domingo, 6 de outubro de 2013

TEORIA - PARTE 2 - O PERISPÍRITO E SUAS DIVERSIDADES




O PERISPÍRITO 

E

 SUAS DIVERSIDADES


< PARTE 2 >


Encarnação dos Espíritos

·               O Espírito, por sua essência espiritual, é um ser indefinido, abstrato, que não pode ter uma atuação direta sobre a matéria. Precisava de um intermediário. Este intermediário é o invólucro fluídico que é de algum modo parte integrante do Espírito, invólucro semimaterial, isto é, assemelha-se a matéria pela origem e à espiritualidade pela sua natureza etérea. Como toda matéria é tirada do fluído cósmico universal, que nesta circunstância sofre uma modificação especial. Este invólucro, designado pelo nome de perispírito, de um ser abstrato faz do Espírito um ser concreto, definido, capaz de ser atingido pelo pensamento; torna-o apto a atuar sobre a matéria tangível, do mesmo modo que todos os fluidos imponderáveis, os quais, como se sabe, são os mais possantes motores.
O perispírito é, pois, o traço de união entre o Espírito e a matéria. Durante sua união com o corpo é o veículo de seu pensamento para transmitir movimento às diferentes partes do organismo que agem sob o impulso de sua vontade e para repercutir no Espírito as sensações produzidas pelos agentes exteriores. Tem por fios condutores os nervos, como no telégrafo o fluido elétrico tem por condutor o fio metálico. XET 207

Propriedades

·         Por sua natureza e em seu estado normal, o perispírito é indivisível para nós, mas pode sofrer modificações que o tornem perceptível à visão, seja por uma espécie de condensação, seja por uma mudança na disposição molecular: é então que nos aparece sob forma vaporosa. A condensação pode ser tal que o perispírito adquire as propriedades de um corpo sólido e tangível; mas ele pode, instantaneamente, retornar seu estado etéreo e invisível. Podemos entender esse efeito pelo do vapor, que pode passar da invisibilidade ao estado brumoso ou de cerração/nevoa, depois liquido, depois sólido, e vice-versa. Esses diferentes estados do perispírito são os produtos da vontade do Espírito, e não de uma causa física exterior. CXV 322

·         Uma outra propriedade da substância do Perispírito é a da penetrabilidade. Nenhuma matéria lhe faz obstáculo: atravessa todas, como a luz atravessa os corpos transparentes.
O perispírito, separado do corpo, afeta uma forma determinada e limitada, e essa forma normal é a do corpo humano, mas não é constante; o Espírito pode dar-lhe, à sua vontade, as aparências mais variadas e até a de um animal ou de uma chama. De resto, isto se concebe muito facilmente. CXV 322

Absorvente

·         O perispírito tem um poder absorvente, segundo podemos observar no seguinte relato de um espírito ao visitar o umbral: A respiração tornou-se-me ofegante e pelos meus pulmões a dentro penetravam fluidos pegajosos, que pesavam em minha indumentária perispiritual, fazendo-a tão opressiva, como se estivesse vestido de um traje de aço. Senti-me quase que completamente exaurido das forças magnéticas costumeiras, como se invisível vampiro houvesse sugado toda a vitalidade do meu perispírito. Fazendo menção de caminhar, tive a sensação de me mover no meio de lama viscosa. Só mais tarde pude avaliar o poder absorvente do perispírito nessas regiões, onde precisamos estar alerta e ter imperiosa vontade não só para regular-lhe o metabolismo em relação ao magnetismo do meio, como também adapta-lo inteligentemente à defesa do plano asfixiante.  
Se esboçasse qualquer reação no sentido de concentrar energias mais vigorosas ou dissolver o magnetismo exterior tão opressivo, se tornaria visível e terminaria perdendo o aprendizado socorrista.
Um encarnado, submetido a essa condição tão opressiva teria a sensação de haver caído num pântano nauseante e depois ser obrigado a suportar por algum tempo um escafandro de lodo repugnante em todo do corpo, sujando-se continuamente as narinas, os lábios e sendo oprimido aos seus movimentos. XTV 179

Alcoolismo

·         Doença de desencarnado também pode ser real, caso seja um processo que não foi passado a limpo. É o caso de um dependente alcoólico, que desencarna no auge da bebedeira. Seu alcoolismo foi levado inteiro para o lado de lá. Em vida, ele não esteve cuidando da sobriedade, ao contrário, deu larga ao hábito de beber. E morreu nesta situação. Do lado de lá estará sofrendo uma sede alcoólica cem vezes mais aguda cem vezes mais insuportável, devido à sensibilidade de seu perispírito.
Como o espírito desencarnado não consegue tocar diretamente a matéria do mundo físico, com certeza não pode beber diretamente na garrafa, razão pela qual o ponto de apoio para ele e exatamente o corpo perispiritual: para o alcoólatra desencarnado, ver alguém bebendo é pura tentação. Espíritos assim são considerados verdadeiros vampiros e, de forma singular, vampirizam bebedores encarnados. O viciado do além suga os vapores do álcool diretamente no corpo perispiritual do bebedor, já que ali fica acumulada a parte etérea da bebida que, ao ser sugada tem um tempero especial, tem a mistura da energia vital do encarnado, que muito satisfaz ao prazer de um morto. XHL 182

Aspecto Científico:

·         Quando um espírito necessita passar por uma regressão de memória, o que ele geralmente rejeita, todo o seu passado vem à tona sugado por força irresistível, desnudando-lhe as entranhas, revelando fatos que ele tudo faz pára esquecer e fugir. Em tais ocasiões ele pode reviver seus crimes como se os estivesse praticando naquele momento. É uma volta ao local e às ações do passado. Esse tipo de regressão profunda, esse mergulho nos séculos, é bastante comum no cotidiano das reuniões de desobsessão, entendendo-se que o comunicante foi magnetizado, recebeu a ordem hipnótica de regredir e a atendeu voltando ao ponto traumático de sua vida. Mas casos há em que o comunicante apenas vê cenas de sua vida no condensador ectoplasmico (espécie de tela fluídica à semelhança de um espelho) Tais imagens, passadas ou presentes, são projetadas sem a concordância do Espírito, que em livre consciência evitaria. Poderiam os técnicos em leitura perispiritual recolher tais imagens, que mesmo camufladas são apanhadas e expostas?
Não seria o vampiro citado por André Luiz, em sua obra "Nosso Lar" um caso assim? Lá o autor se compadece de uma mulher sofrida que pede abrigo, ocasião em que alguém de visão espiritual mais apurada detecta 58 pontos negros no perispírito da pedinte, os quais correspondiam a 58 abortos que ela praticara como profissional da medicina. Como a mulher trazia o crucial problema gravado a fogo em sua mente, nada mais natural que "essa preocupação" se refletisse em seu perispírito, podendo ser transportado para uma tela mediante a atuação de um técnico. – XEH 127

·         A camada de fluidos espirituais que envolvem a Terra pode ser comparada às camadas inferiores da atmosfera, mais pesadas, mais compactas, menos puras que as camadas superiores. Estes fluidos não são homogêneos. Constituem um misto de moléculas de diversos tipos, entre as quais se encontram imprescindivelmente as moléculas elementares que formam a sua base, porém mais ou menos alteradas. Os efeitos produzidos por estes fluidos estarão na razão da soma das partes puras que contêm. É o que se dá – por comparação – com o álcool retificado e o álcool misturado, em diferentes proporções, com água ou outras substâncias: o seu peso específico aumenta com a mistura, ao mesmo tempo em que a sua concentração e a sua inflamabilidade diminuem, embora haja álcool puro no todo.
Os Espíritos chamados a viver naquele meio, dele extraem o seu perispírito; mas conforme o Espírito seja mais ou menos purificado, seu perispírito se formará das partes mais puras ou das mais grosseiras do fluido próprio do mundo no qual ele se encarna. O Espírito produzirá ali – sempre por comparação, e não por assimilação – o efeito do reativo químico que atrai as moléculas assimiláveis segundo a sua natureza.
Daí resulta o fato capital, que a constituição intima do perispírito não é idêntica em todos os Espíritos encarnados ou desencarnados, que povoam a Terra ou o Espaço circunjacente. Já não se dá o mesmo com o corpo carnal que, como foi demonstrado, é formado dos mesmos elementos, seja qual for à superioridade ou a inferioridade do Espírito. Por isso, nem todos, os efeitos produzidos pelo corpo são os mesmos, as necessidades são semelhantes, ao passo que diferem em tudo quanto é inerente ao perispírito.
Resulta também que o envoltório perispiritual do mesmo Espírito se modifica com o progresso moral deste, em cada encarnação, ainda que se encarne no mesmo meio; que os Espíritos superiores, encarnando-se, excepcionalmente, em missão, num mundo inferior, têm um perispírito menos grosseiro que o dos naturais desse mundo. - - XET269

Aspectos Gerais

·         O estudo das propriedades do perispírito, dos fluídos espirituais e dos atributos fisiológicos da alma abre novos horizontes à ciência e dá a chave de uma porção de fenômenos até agora incompreendidos, por falta de conhecimento da lei que os rege. Fenômenos negados pelo materialismo, porque se ligam à espiritualidade, qualificados por outros como milagres ou sortilégios, conforme as crenças – tais são, entre outros, os fenômenos da dupla visão, da visão à distância, do sonambulismo natural e artificial, efeitos psíquicos da catalepsia e da letargia, da presciência, dos pressentimentos, das aparições, das transfigurações, da transmissão do pensamento, da fascinação, das curas instantâneas, das obsessões, das possessões, etc. Demonstrando que esses fenômenos repousam sobre leis tão naturais quanto os fenômenos elétricos, e as condições normais em que os mesmos se podem produzir, o Espiritismo destruiu o império do maravilhoso e do sobrenatural e, em conseqüência, a fonte da maior parte das superstições. Faz-se acreditar na possibilidade de certas coisas, que alguns consideram quiméricas, impede se acredite em muitas outras cuja impossibilidade e cuja irracionalidade bem demonstra. – XHO 95 it 40

·         Elaborado desde milhões de anos, nos laboratórios da natureza, o perispírito herdou o automatismo permanente que o mantém atuante, transmitindo ao Espírito as impressões dos sentidos e comunicando ao corpo as vontades deste. Graças a este automatismo perispiritual, o homem não precisa programar-se ou pensar para respirar, dormir, promover os fenômenos digestivos, excretar, fazer circular o sangue e os hormônios e um sem número de funções que lhe passam despercebido.
O corpo perispiritual é portador de todas as matrizes dos órgãos carnais, bem como participante nas funções que o corpo físico elabora. Estudar o corpo humano é estudar o perispírito e vice versa, lógico que não desvinculando tal estudo da atuação mental, como fator de harmonização ou desagregação molecular dos mesmos.
O corpo físico obedece ao automatismo perispirítico até mesmo quando o perispírito se afasta. Aquele formado célula a célula em invasão perispiritual, entranha-se neste, unindo-se molécula a molécula, resultando de tal intimidade completo intercâmbio, adaptação e aprendizagem perfeita, tal como se o físico recebesse como herança perispíritica os automatismos que lhe são peculiares.
Por isso, nos desdobramentos, onde o complexo Espírito-perispírito se afasta do corpo ficando a ele ligado por um laço fluídico, suas funções permanecem sem prejuízo da economia celular.  O mesmo ocorre no coma, onde às vezes, por milhares de dias, Espírito e perispírito podem estar distante, mas não desligados completamente com o físico animado a espera da volta de ambos. XEH 110

·         Alimentado pelo fluído vital o corpo permanece com suas funções celulares, mesmo com a saída do Espírito, qual motor que fica ligado sem o operador estar presente. O combustível faz a máquina movimentar-se. Uma locomotiva em movimento não pára bruscamente. Ás vezes, mesmo sem a presença do Espírito, já liberto de suas amarras carnais, o corpo ainda apresenta sinais de vida, fruto do seu automatismo e de sobras fluídicas, mas a morte já cumpriu sua missão. XEH 111

·         Quando o perispírito é submetido a uma ação mental evoluída, alimenta-se de refinado magnetismo, o que não ocorre quando a ação mental que o orienta, é deseducada. Nesse caso, ele passa a canalizar para si energias de baixo teor vibratório, tornando o seu magnetismo adensado, aumentando-lhe o peso específico. Quando isso ocorre, ele torna-se mais "grosseiro", à semelhança do corpo somático, sendo atraído para as regiões compatíveis ao seu estado, passando estas a lhe servirem de moradia. XEH 111

·         Segundo as obras de Allan Kardec, traduzindo os ensinamentos dos Espíritos, o termo perispírito se aplica somente aos humanos. XEH 39
Ao entendê-lo como envoltório ou veículo do espírito, não deixando, porém, de caracterizá-lo como "corpo fluídico". O termo fluídico pode ser aproximadamente entendido em linguagem contemporânea como energético de vez que se dizia então, fluido elétrico, fluido nervoso, fluido universal, fluido vital, etc.


Obras Consultadas: A Gênese – Revista Espírita – A Vida Além da Sepultura – As Faces Visível e Oculta do Alcoolismo – O Perispírito e Suas Modelações – Preces do Evangelho – Caracteres da Revelação Espírita - 

VIDEO - O PERISPIRITO E SUAS DIVERSIDADES

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

PSICOGRAFIA - A BENÇÃO DO SENHOR





A BENÇÃO DO SENHOR

Não nos importa como o tempo se nos apresentará no momento presente ou no futuro. Importa que o nosso pensar e o mesmo sentimento sejam pautados no amor e na caridade ao próximo. Jesus, ao percorrer sítios e cidades com expressivo gesto de amor, curava aos enfermos e restaurava o equilíbrio psicológico dos obsedados.
Nos dias de hoje, o missionário tem igual campo fértil  em que Deus ofereceu a Jesus. Pelas Ruas, Vielas, Favelas e Recantos, e quais mais sejam os lugares, os mesmos anseios estão permeando a sociedade contemporânea.
Uns sofrem pelas ansiedades da quimérica ilusão de sovinice, outros pelos mundanos prazeres da carne e se perdem nas paixões carnais. Entretanto, sofrem todos pelo conteúdo que armazenam em seu ser: É a distancia do Criador.
        Há muito tempo, Jesus disse: mais será cobrado a quem mais foi dado. Ao dizer isto, me recordo dos talentos enterrados e do repassado ao que mais possuía, naquela citação.
Os missionários do presente já alcançaram conhecimentos antes nem cogitado. Sabe que a Vida Eterna é uma situação concedida a todos. Sabe, também, que o céu e inferno é o estágio purificado que nos situamos na matéria ou no lado espiritual.
Assim, gozar das beneficias dos Campos Elíseos ou viver no inferno de Dante Alighieri com mal sanas companhias, é apenas uma situação ou privilegio do nosso sentimento, do nosso pensar e viver no criativo do poder mental e estrutural que Deus nos possibilita.
Temos o livre arbítrio; como direito de ir e vir. Se podemos, na vida material ir e nos situarmos a quaisquer recantos que o ideal nos permita, pelo livre arbítrio ganhamos as agruras ou sofrimento espiritual ao nos identificarmos com as criaturas descorporizadas que nos rodeiam.
É questão de sintonia, empatia ou afinidade, não importa, mas se o termo literário pode referir-se ao que se nos vai ao recôndito do nosso sentimento, vale também lembrar Francisco de Assis na lei da ação e reação: É dando que se recebe, ou, pelo dito popular: diga-me com quem andas e direi que tu és.
Ora, como dispensar na natureza a causa e seus efeitos. Se sofrermos é porque causamos na imagem fomentada do nosso ser o mesmo empenho que para o mecanismo Judiciário concorre a se aplicar em juízo a penalidade corretiva e consensual. Deus não julga, apenas cria. Deus não impõe, apenas rege. Deus não tem quaisquer outros sentimentos que não seja de amor.
Contudo, podemos sentir sua justiça pela própria lei do Carma, pois somos juizes e réus dos nossos procedimentos, como disse o Messias: Não há nada de oculto que não venha a ser revelado, e nada de escondido que não venha a ser conhecido. – Mt.10:26.
Então viver na morada dos Deuses do  Olimpo ou afundar-se nos charcos do umbral é apenas uma questão de opção, não importa se encarnado ou não, pois o céu e inferno dito é prometido desde todos os tempos e resulta da nossa própria situação Cristã.

Ditado pelo Espírito José de Anchieta 
Médium – A.C.Ribeiro

PSICOGRAFIA - MÃOS A OBRA








UM DIA AO ACASO


"Que vos empenheis em viver tranqüilos,
ocupando-vos dos vossos próprios negócios e trabalhando
com as próprias mãos, como vos ordenamos." – I Ts.4:11


      Um dia ao acaso, certo mercador estava a mostrar seu comércio quando um indigente o inquiriu: quanto preciso eu ter  para que me disponhas de algumas horas do teu tempo?
      - Ora! Não me atormentes com insinuações levianas, porquanto vedes a minha ocupação.
     - Repito Senhor: pois, do pouco que tenho não posso comprar o que vendes, mas adquirir o conhecimento do que fazes pode fazer com que eu saia da mendicância em que me arrolei um dia.
   O mercador, sabiamente, avaliou a grande veracidade daquela criatura e logo se estabeleceu a condição: a mim servirás por algum tempo e quando eu já houver te ensinado o que aspiras poderás gerenciar tuas próprias atividades.
    Intencionalmente, o mercador passa em revista a perspicácia do aprendiz e ensina-lhe todos os passos. Ao tempo percorrido, sugere ao aprendiz a estabelecer o seu próprio empenho.
     - Como? Pergunta o neófito ao mercador, já no empenho de negócios.
  - Estas preparado para ganhar com teu suor o pão de cada dia, mas, caso ainda penses estar despreparado, volta à vida de indigência e no amargo das provações sofras e aprendas com a natureza.
    Bem, esta é uma pequena metáfora do que ocorre nos ensinamentos apostolados. As criaturas sentem-se sempre necessitadas e acomodam-se ao conhecimento dos seus regentes, quando a eles deveriam auxiliar na expansão da geografia iluminativa.

Ditado pelo Espírito José de Anchieta.
Médium – A. C. Ribeiro

terça-feira, 1 de outubro de 2013

PSICOGRAFIA - SAÚDE, PAZ E ALEGRIA



SAÚDE, PAZ E ALEGRIA

"Não são as pessoas com saúde que precisam de médico, mas as doentes".
Ide, pois, aprender o que significa: Misericórdia eu quero, não sacrifícios" – Mt.9:12 / 13

Em todos os momentos da vida, somos convidados ao exercício do bem estar.
Se contemplarmos momentos de desesperos, conseguiremos visualizar esse sentimento em tudo que está a nossa volta. Ao revés, caso opinemos nossa expansão de acolhimento veremos nevoas a nos rodear o tempo todo.
Conquanto nosso bem estar dependa da nossa maneira de viver, estamos sempre sendo alvo do que nosso interior, nosso pensamento, ou nosso sentimento; exala pelos "poros da consciência".
Se nos lembramos de algo ou de alguém, vamos dilatando as sensações do que nos circunscreve ao seu contato. Se forem momentos que nos proporcionam bem estar, estaremos expandindo sensação de felicidades. Se ao contrário, os sentimentos caminharem pelo desagrado, mudaremos nosso intimo para dar abrigo à sensação de antagonismo. Dessa situação, nossos sistemas nervosos, endócrinos e digestivos, começam a sofrer as infusões de pesar e ativas do desamor.
 Age o sistema gástrico de forma disfuncional e o mal estar se instala. A partir de então, tudo que esta a nos circundar ganha uma conjuntura aversiva e ao menor gesto ou palavra do nosso interlocutor é razão para que se nos pesem sensações e situações comprometedoras com o nosso bem estar.
Ansiedades, enxaquecas, dores musculares ou de semelhança reumatológica, fibramialgia e outros diagnósticos clínicos surgem  nos check-up  para que a droga medicamentosa nos auxilie na resolução de um transtorno de emotivação.
Então, ficar na dependência clínica ou de elevação vibracional e fé é uma pequena distância que pode fazer uma grande diferença.  

Ditado pelo Espírito Jacob –
Médium: A.C. Ribeiro

domingo, 29 de setembro de 2013

VIDEO - CAP. 1 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO


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VIDEO - CAP. 2 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 3 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO


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VIDEO - CAP. 4 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 6 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 9 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 10 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 11 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 12 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 13 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 14 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 15 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 16 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 17 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 18 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP.19 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 20 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 21 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 22 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 23 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 24 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 26 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO

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VIDEO - CAP. 27 - O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITIMO

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CIÊNCIA - CAMADAS DA ATMOSFERA

sábado, 21 de setembro de 2013

TEORIA - O PERISPÍRITO E SUAS DIVERSIDADES - 1ª.PÁGINA



O PERISPÍRITO E SUAS DIVERSIDADES

PÁGINA Nº. 1

Bíblia

·         "Se os mortos não ressuscitam, estaríamos testemunhando contra Deus que ele ressuscitou Cristo enquanto, de fato, ele não o teria ressuscitado. Pois, se os mortos não ressuscitam então Cristo também não ressuscitou." – XXR>I Cor 15:15 / 15:16

Nota do Autor: Registramos, nesta passagem, um caso de Materialização.

A ressurreição de Cristo: I Cor 15:3 / 5 – 15:7
·        "Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e, ao terceiro dia, foi ressuscitado, segundo as Escrituras; e apareceu a Cefas e, depois aos Doze. Depois, apareceu a Tiago depois, a todos os apóstolos; por último, apareceu também a mim,...

"Levou-o a Jesus, e Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João; serás chamado Cefas (que quer dizer pedra)".  (São João 1, 42)

Ora, se Jesus disse: “Simão tu és CEFAS e sobre esta CEFAS edificarei a minha Igreja”, como negar que Simão é a CEFAS (Pedra) sobre a qual Jesus edificou sua Igreja? Se Jesus chamou Simão de CEFAS, se toda a Bíblia chama Simão de CEFAS, como negar que CEFAS é Simão.

Notas do Autor:
·         Nesta passagem notamos a evidência da Materialização de Jesus e da manifestação da Clarividência dos demais.
·         Nos grifos, um pequeno conteúdo esclarecedor sobre Pedro.

Denominações:
·        Antes das pesquisas de Kardec, o corpo perispiritual era conhecido e estudado há milênios pelos iniciados nas ciências secretas, pesquisadores, magos e médiuns. Eis como o conheciam alguns povos ou estudiosos: Egípcios: Khá ou Baí <> Indu: Linga-Sharira <> hebraico:Nephes <> grego:Ochéma <>  Pitágoras: Eidolon ou Corpo sutil da alma <> Aristóteles: Corpo sutil e etéreo <> Platônicos: Okhêma <> Neoplatônicos: Aura <> Tertuliano: Corpo vital da alma <> Proclo: Veículo da alma <> Budismo: Kama-rupa <> Cabala: Rouach <> Vedanta: Manu, mãyã, kosha <> Hipócrates: Eu astral <> Caldeus: Coroa de fogo <> Paulo de Tarso: Corpo espiritual <> Cudworth: medidor plástico <> Cristãos primitivos: Corpo glorioso <> Paracelso: Corpo astral <> Católicos: alma <> Teósofos: Corpo casual <> Zöllner: Corpo fantasma <> Rosacrucianos: Corpo vital <> Ocultistas: Ego transcendental <> Pesquisadores modernos: Corpo psíquico, Corpo bioplasmático <> Robson Pinheiro: Psicossoma ou Corpo espiritual.



Natureza:

·         Soube-se, finalmente, que os espíritos não eram seres abstratos, imateriais no sentido alto da palavra: têm um envoltório ao qual denominamos perispírito, espécie de corpo fluídico vaporoso, diáfano, normalmente invisível, mas que, em determinadas circunstâncias e por um processo semelhante ao da condensação ou por sua disposição molecular, pode tornar-se visível e até momentaneamente tangível. Assim ficou explicado o fenômeno das aparições e dos contatos.
Esse envoltório existe durante a vida do corpo: é o laço entre o espírito e a matéria. Na vida espiritual esse invólucro semi-material do Espírito é o agente dos diferentes fenômenos de que se serve para nos manifestarem sua presença. – XXC 44 / 45

·         O Espírito é envolvido por uma substância que é vaporosa para ti, mas ainda bastante grosseira para nós; suficientemente vaporosa, entretanto, para que ele possa elevar-se na atmosfera e transportar-se para onde quiser.
O Espírito tira o seu envoltório semi-material do fluido universal de cada globo. É por isso que ele não é o mesmo em todos os mundos; passando de um mundo para outro, o Espírito muda de envoltório, como mudais de roupa. Dessa maneira, quando os Espíritos de mundos superiores vêm até vós, é necessário que eles se revistam da vossa matéria.
O perispírito tem formas determinadas e pode ser perceptível. É assim que ele vos aparece algumas vezes, seja nos sonhos, seja no estado de vigília, podendo tomar uma forma visível e mesmo palpável. – XXV It. 93
·         A condição do perispírito é muito elástica, mas tem um limite. É como uma bexiga que enche e ultrapassando o ponto crítico tende a estourar. Não pode assumir formas gigantescas pela sua condição de limite. No entanto, pode apresentar formas variadas e até maior que a dimensão humana, mas, não desproporcionalmente grande. - XEH 220

Homem – Formação do:

·         O homem é formado de três partes essenciais:
·          
1º) O Corpo, ou ser material, semelhante ao dos animais e animado pelo mesmo princípio vital.

2º) A Alma ou Espírito, definido por alguns filósofos como uma centelha anímica emanada do Grande Todo.

 3º) O Perispírito, princípio intermediário, substância semi–material, que serve de primeiro envoltório ao Espírito e une a alma ao corpo.

Tais são, num fruto, a semente, a polpa e a casca. – XXV It.135
·         "A união da alma com o corpo começa com a concepção e só fica completa na ocasião do nascimento. É o invólucro fluídico que liga o Espírito ao germe; essa união vai se apertando cada vez mais, até tornar-se completa e isto se dá quando a criança vê o dia. No intervalo da concepção ao  nascimento as faculdades da alma vão pouco a pouco, sendo aniquiladas pelo poder sempre crescente da força vital recebida dos geradores, que diminui o movimento vibratório do perispírito, até o momento em que o Espírito da criança fica inteiramente inconsciente. Esta diminuição vibratória do movimento fluídico produz a perda da lembrança das vidas anteriores." – Leon Denis – XEH 124/125


Sobre a Sede da Memória

·         "É ainda, pois, ao corpo espiritual que se deve a maravilha da memória, chapa fotográfica, onde tudo se grava, sem que os menores coloridos das imagens se confundam entre si". Emmanuel -
Ao pensar, o Espírito deixa transparecer em seu perispírito, qual ocorre com a superfície de um espelho, as imagens, cenas, os mais secretos pensamentos que alimenta. Exemplificando, vejamos Kardec, em sua obra "A Gênese": "Um decapitado se apresenta sem a cabeça. Não quer isso dizer que haja conservado essa aparência; certo que não, porquanto como Espírito, ele não é coxo, nem maneta, nem zarolho, nem decapitado; o que se dá é que, retrocedendo o seu pensamento à época em que tinha tais defeitos, seu perispírito lhe toma instantaneamente as aparências, que  deixam de existir logo que o mesmo pensamento cessa de agir naquele sentido. Se, pois de uma vez ele foi negro e branco de outra, apresentar-se-á como branco ou negro conforme a encarnação a que se refira a sua evocação e à que se transporte o seu pensamento. XEH 125/125

·         Em Mateus, cap. 22:1/14, na parábola da festa de núpcias, contada por Jesus, o dono da casa pergunta: Amigo, como entraste aqui, não tendo vestido nupcial? É que o perispírito do visitante não lhe servia como passaporte para aquele tipo de banquete. Como agente revelador das condições morais, não ostentava a leveza nem a luminosidade condizente com um convidado do Senhor. Daí a não aceitação da sua presença por incompatibilidade vibratória: pela ausência de méritos e de luz.  XEH 128

Emancipação da Alma

·         Durante o sono a alma não repousa como o corpo. O sono liberta parcialmente a alma do corpo e podemos julgar a liberdade do Espírito pelos sonhos. Contudo, nem sempre nos lembramos do sonho.
Isto acontece porque o que chamamos de sono, só há o repouso do corpo, porque o Espírito está sempre em movimento. Ai ele se recobra um pouco de sua liberdade e se corresponde com aqueles que lhe são caros, seja neste mundo, seja em outros. Todavia, como o corpo é matéria pesada e grosseira, dificilmente ele conserva as impressões que o Espírito recebeu, porque este não as recebeu pelos órgãos do corpo. Desdobrado do corpo durante o sono o Espírito domina até suas vidas passadas. Voltando ao corpo ele não perde esse conhecimento, apenas não consegue mantê-lo "vivo" por causa do predomínio da matéria que obscurece as lembranças. XEH 130 / 131

·         Gabriel Delanne, em 1875, ilustrou uma se suas obras com um fato ocorrido de bilocação.  H.E.Lewis possuia grande força magnética, da qual fazia exibição em reuniões públicas. Em fevereiro de 1856, numa dessas sessões, ele magnetizou uma moça a quem nunca tinha visto. Depois de a ter mergulhado em sono profundo, ordenou-lhe que fosse até a casa dela e que, em seguida contasse ao público aquilo que tivesse visto. Ela declarou, então, que via a cozinha e que ai se achavam duas pessoas ocupadas em trabalhos domésticos. Lewis mandou que tocasse numa dessas pessoas. A rapariga começou a rir e disse: "Toquei-as, porém elas estão com muito medo!"
Voltando-se para o público, Lewis perguntou se alguém conhecia a rapariga. Sendo-lhe espondido afirmativamente, propos que uma Comissão fosse ao seu domicilio. Diversas pessoas prontyificaram-se a isso, e, quando voltaram, conformaram em todos os pontos o que a rapariga havia dito.
A casa estava efetivamente numa balbúrdia e em profunda excitação, porque uma das pessoas que se achavam na cozinha, declarara ter visto um fantasma, e que este lhe tocara o ombro.
Ain da hoje, inumeros casos semelhantes são relatados nos anais do Psiquismo.

Sensação  - Ensaio Teórico

·         O corpo é o instrumento da dor; se não é a sua causa primeira, é pelo menos a imediata. A alma tem a percepção dessa dor: essa percepção é o efeito.
Com efeito, o frio e o calor não podem desorganizar os tecidos da alma; a alma não pode regelar-se nem queimar. Todos sabem que as pessoas que sofreram amputações sentem dor no membro que não existe. Seguramente não é esse membro a sede, nem o ponto de partida da dor: o cérebro conservou a impressão, eis tudo. Pode-se, portanto supor que há qualquer coisa de semelhante nos sofrimentos dos Espíritos depois da morte.
A experiência nos ensina que, no momento da morte, o perispírito se desprende mais ou menos lentamente do corpo. Nos primeiros instantes, o Espírito não compreende a sua situação; não acredita que morreu; sente-se vivo; vê o seu corpo de lado, sabe que é o seu e não entende porque esta separado. Esse estado dura todo o tempo em que existir um liame entre o corpo e o perispírito. Um suicida nos dizia: "Não, eu não estou morto," e acrescentava: "e, entretanto sinto os vermes que me roem". Ora, seguramente, os vermes não roíam o perispírito, e menos ainda o Espírito, mas o corpo. Como, porém, a separação do corpo e do perispírito não estava completa, havia uma espécie de repercussão moral, que lhe transmitia a sensação do que se passava no corpo. Repercussão alias, não é bem o termo, pois poderia dar idéia de um efeito muito material. Era antes a visão do que se passava no corpo, ao qual o seu perispírito continuava ligado que produzia essa ilusão, que ele tomava por real. Assim, não se tratava de uma lembrança, pois durante a sua vida ele não fora roído pelos vermes: era uma sensação atual.
Sabemos que quanto mais o Espírito se purifica, mais eterizada se torna a essência do perispírito, de onde se segue que a influência material diminui, à medida que o Espírito progride, ou seja, à medida que o próprio perispírito se torna menos grosseiro. A alma, ou o Espírito, tem, portanto em si mesma a faculdade de todas as percepções; na vida corpórea elas são obliteradas pela grosseria dos nossos órgãos; na vida extra-corpórea, libertam-se mais e mais, à medida que se torna menos denso o envoltório semimaterial. Conforme a classe a que pertençam, podem ocultar-se dos que lhes são inferiores, mas não dos superiores.
Tomado do meio ambiente, varia esse envoltório segundo a natureza dos mundos. Ao passar de um mundo para outro, os Espíritos mudam de envoltório, como mudamos de roupa ao passar do inverno ao verão, ou do pólo ao equador.  – XXV it. 257 –

Conclusão

A primeira página deste trabalho está terminada. Em sendo assunto palpitante e de grande interesse para os espíritas, nos vemos impulsionados à continuidade de compilação.
Sendo o perispírito o veículo que nos permite a existência na carne e a manifestação do Espírito no mundo material, deve ser motivo de constante pesquisa e avaliação, pois constitui a chave de inumeráveis eventos tidos e havidos como milagres.
No campo científico, filosófico e mesmo religioso este corpo plástico é de profunda relevância no entendimento da evolução do Espírito, bem como da sua atuação no ambiente que habita.
Estudar o perispírito é tentar conhecer a si próprio, lição primordial ao Espiritismo e no Espiritualismo em geral. Sem esse entendimento, pré-requisito para o estudioso espírita, a mediunidade, nos efeitos físicos, as obsessões, a reencarnação, a lei de causa e efeito não são explicáveis nem entendidos, por constituir esse corpo vaporoso o agente pelo qual tais fenômenos se desdobram. – XEH 134 –

Obras Consultadas:  A Bíblia Sagrada  –  O que é o Espiritismo  –  O Livro dos Espíritos  –  O Perispírito e suas Modelações -