terça-feira, 29 de julho de 2014

TEORIA - LEVITAÇÃO

Médiuns de translações e de suspensões
 Os que produzem a translação aérea e a suspensão dos corpos inertes no espaço, sem ponto de apoio. Entre eles há os que podem elevar-se a si mesmos.  Mais ou menos raros, conforme a amplitude do fenômeno; muito raros, no último caso.


São José de Cupertino, em oração, ele foi chamado de
"o Flying Frei" por causa de suas levitações
Freqüentes.

Não menos evidente é, segundo o que precede que a levitação não pode ser compreendida senão à luz de nossas noções sobre a gravitação; é, pois, pelo estudo desta, que deve­mos começar. Newton, o primeiro, deu a demonstração rigorosa da gravitação, já suspeitada na Antigüidade. Eis o enunciado da lei por ele estabelecida: Todos os corpos se atraem na razão direta do produto de suas massas, e na inversa do quadrado de suas distâncias. Foi esta a primeira lei terrena a que se atribuiu um valor universal; ela é real, tanto para a pedra lançada pelo garoto, como para o cometa que chega das pro­fundezas do espaço. Tal é o fundamento sobre o qual se pôde estabelecer a ciência moderna da astrofísica, ciência que parte deste princípio: todas as leis terrenas, a lei do calor, da luz, da eletricidade, etc., têm um valor universal.

Para definir o que é levitação vamos recorrer à “Enciclopédia de Parapsicologia, Metapsíquica e Espiritismo”, de autoria de João Teixeira de Paula (Cultural Brasil Editora Ltdª): “Em Espiritismo é o fenômeno em que, graças à ação de Espíritos, que se valem dos fluidos de encarnados e desencarnados, se levitam, suspendem, alçam, elevam, total ou parcialmente, coisas ou seres humanos ou mesmo animais.

Kardec não conhecia o termo (pelo menos não usou dele uma única vez) e falava em Suspensão aérea dos “corpos graves”: de pessoas ou de coisas

L. Palhano Jr., no “Dicionário de Filosofia Espírita” (Edições Celd) assim define levitação: “Ato ou efeito de levitar. Fenômeno psíquico, anímico ou mediúnico, no qual pessoa ou coisa ergue-se acima do solo sem uma razão visível, apenas devido à força mental, de um encarnado ou desencarnado, que movimenta fluidos ectoplasmáticos capazes de produzir uma alavanca psíquica suficientemente forte para vencer a força da gravidade. É um fenômeno de efeito físico. Elevação de um corpo no espaço, sem contato aparente, ficando suspenso, como se estivesse subtraído à ação da gravidade”.

No mesmo dicionário encontramos muitas informações sobre ectoplasma: “(Do grego: ektós= indica movimento para fora; plasma= obra modelável, substância plástica. (Metapsíquica). Palavra usada por Charles Riquet para definir uma substância caracterizada como uma espécie de plasma, flexível, viscoso, incolor e inodoro, sensível ao pensamento, que escapa do organismo de certos indivíduos, através dos poros e dos orifícios naturais do corpo. Trata-se de um transe biológico, quando há não apenas dissociação psíquica, mas também biológica. Segundo o Espírito André Luiz, no livro “Nos Domínios da Mediunidade”, de Chico Xavier, “o ectoplasma está situado entre a matéria densa e a matéria perispirítica, assim como um produto de emanações da alma pelo filtro do corpo, e é o recurso peculiar não somente ao homem, mas a todas as formas da natureza. Em certas organizações especiais da raça humana, comparece em maiores proporções e em relativa madureza para a manifestação necessária aos efeitos físicos. É um elemento amorfo, mas de grande potência e vitalidade. Pode ser comparado a uma genuína massa protoplasmática, sendo extremamente sensível, animado de princípios criativos que funcionam como condutores de eletricidade e magnetismo, mas que se subordinam, invariavelmente, ao pensamento e à vontade do médium que o exterioriza ou dos Espíritos desencarnados ou não que sintonizam com a mente mediúnica, senhoreando-lhe o modo de ser. Infinitamente plástico, dá forma parcial ou total às entidades que se fazem visíveis aos olhos dos companheiros terrestres ou diante da objetiva fotográfica, dá consistência aos fios, bastonetes e outros tipos de formações, visíveis ou invisíveis nos fenômenos de levitação, e substancializa as imagens criadas pela imaginação do médium ou dos companheiros que o assistem mentalmente afinados com ele”.

“Definição- substância que emana do corpo de um médium capaz de produzir fenômenos de efeitos físicos ou aparições à distância”. Trata-se de uma exalação fluídica, sensível ao pensamento, visível ou invisível, plástica, inodora, insípida, originalmente incolor, que tem a semelhança de uma massa protoplasmática.

Apesar do fenômeno da levitação ser conhecido desde os tempos remotos, os estudiosos do assunto sabem pouco sobre a força ou energia que o provoca.

Segundo a jornalista Elsie Dubugras (Planeta Especial- número 187 A, Editora Três) a levitação não está ligada, de nenhum modo, à santidade. “A maior parte dos santos jamais levitou. Mas os santos que levitam se distinguem por uma característica comum: são místicos, contemplativas, mesmo quando levam uma vida ativa…”

Os santos mais citados pelos hagiógrafos como portadores da faculdade em estudo são: Santa Brígida de Vadstena, São Pedro de Alcântara, São Domingos, São Tomás de Aquino, Santo Inácio de Loyola, São Felipe Néri, São José de Cupertino, Santo Afonso Maria de Ligório, Santo Edmundo, São Geraldo Majela e Santa Tereza d´Avila. É interessante observar que muitos dos santos citados possuíam outras faculdades anímicas e mediúnicas.

Como o fenômeno ocorre também fora do contexto religioso, ele deve ser estudado e pesquisado como qualquer outro fenômeno paranormal.

A levitação ocorreu com pessoas que não eram sequer religiosas. Entre elas podemos destacar Daniel Dunglas Home, Eusápia Paladino e Carmine Mirabellli.

Daniel Dunglas Home (1833-1886), médium escocês, nascido perto de Edimburgo, começou a levitar aos 19 anos, involuntariamente, mas depois aprendeu a levitar voluntariamente e fez demonstrações de suas habilidades diante de milhares de pessoas, algumas famosas como Napoleão III, Mark Twain e Ruskin. Além de flutuar, Home fazia com que alguns objetos à sua volta também levitassem, incluindo alguns pesados móveis e até mesmo um piano. Fazia os sinos badalarem sozinhos e os instrumentos musicais produzirem música sem que ninguém os tocasse. Levitou por 40 anos. William Crookes, um dos cientistas mais famosos e prestigiados da época, considerou a sua atuação legítima. Existe uma documentação farta feita por pessoas que pesquisaram os fenômenos por ele produzidos. Num dos casos (1868), “Home flutuou horizontalmente, como se estivesse deitado numa cama, através de uma janela aberta no terceiro andar de uma casa e voltou por outra. Seus pés entraram primeiro, depois o resto do corpo”.

Eusápia Paladino (1854-1918), nascida em Minervino, na Itália, participou de muitas sessões de experimentação mediúnica com vários e célebres cientistas (entre eles Schiaparelli, Aksakof, Charles Richet, Camille Flammarion, Gabriel Delanne e Ernesto Bozzano). Os fenômenos documentados foram Telecinesia, levitação de objetos e dela própria, aparição de luzes, materialização de Espíritos, moldagens, etc.

Encontramos, às vezes, casos engraçados de levitação. Um deles ocorreu com a visionária Catherine Emmerich, que levitava desde criança. O fenômeno continuou a ocorrer mesmo após ela entrar num convento. Encarregada da limpeza da sacristia da igreja, ela aproveitou dessa faculdade da seguinte forma: sem saber como, levitava de-repente e, no alto, tirava o pó da parte superior das colunas e lavava as vidraças.

Outro caso surpreendente ocorreu com a cunhada de um amigo meu. Ela e o esposo se deitaram para dormir. No meio da noite ele acordou. A esposa não se encontrava ao seu lado. Já se preparava para se levantar e ir procurá-la, quando olhou para cima e levou o maior susto. Em posição horizontal, ela estava suspensa rente ao teto. Se esse não existisse, sabe-se lá onde ela iria parar.

Os casos mais notáveis de Levitação na era moderna, segundo Willian Crookes, são atribuídos a Daniel Dunglas Home. Vejamos o que diz Allan Kardec.


O MAIOR MÉDIUM DE EFEITOS FÍSICOS DO SÉCULO XIX

"O Senhor Daniel Dunglas Home nasceu em 15 de março de 1833, perto de Edimbourg (Escócia). Tem, pois, hoje, 24 anos (artigo escrito por Allan Kardec em fevereiro de 1858). Descende da antiga e nobre família dos Douglas da Escócia, outrora soberana. É um jovem de talhe mediano, louro, cuja fisionomia melancólica nada tem de excêntrico; é de compleição muito delicada, de costumes simples e suaves, de um caráter afável e benevolente sobre o qual o contato das grandezas não lançou nem arrogância e nem ostentação. Dotado de uma excessiva modéstia, jamais exibiu a sua maravilhosa faculdade, jamais falou de si mesmo, e se, na expansão da intimidade, conta coisas que lhe são pessoais,, é com simplicidade, e jamais com a ênfase própria das pessoas com as quais a malevolência procura compará-lo. Vários fatos íntimos, que são do nosso conhecimento pessoal, provam nele nobres sentimentos e uma grande elevação de alma; nós o constatamos com tanto maior prazer quanto se conhece a influência das disposições morais sobre a natureza das manifestações.

O Senhor Home é um médium do gênero daqueles que produzem manifestações ostensivas, sem excluir, por isso, as comunicações inteligentes; mas as suas predisposições naturais lhe dão, para as primeiras, uma aptidão mais especial. Sob a sua influência, os mais estranhos ruídos se fazem ouvir, o ar se agita, os corpos sólidos se movem, se erguem, se transportam de um lugar a outro através do espaço, instrumentos de música fazem ouvir sons melodiosos, seres do mundo extra-corpóreo aparecem, falam, escrevem e, freqüentemente, vos abraçam até causar dor. Ele mesmo foi visto, várias vezes, em presença de testemunhas oculares, elevado sem sustentação a vários metros de altura.

Do que nos foi ensinado sobre a classe dos Espíritos que produzem, em geral, essas espécies de manifestações, não seria preciso disso concluir que o Sr. Home não está em relação senão com a classe íntima do mundo espírita. Seu caráter e as qualidades morais que o distinguem, devem, ao contrário, granjear-lhe a simpatia dos Espíritos Superiores; ele não é, para esses últimos, senão um instrumento destinado a abrir os olhos dos cegos por meios enérgicos, sem estar, por isso, privado de comunicações de uma ordem mais elevada. É uma missão que aceitou; missão que não está isenta nem de tribulações e nem de perigos, mas que cumpre com resignação e perseverança, sob a égide do Espírito de sua mãe, seu verdadeiro anjo guardião.

A causa das manifestações do senhor Home é inata nele; sua alma, que parece não prender-se ao corpo senão por fracos laços, tem mais afinidade pelo mundo espírita do que pelo mundo corpóreo; por isso ela se prepara sem esforços, e entra, mais facilmente que em outros, em comunicação com os seres invisíveis. Essa faculdade se revelou nele desde a mais tenra infância. Com a idade de seis meses, seu berço se balançava inteiramente sozinho, na ausência de sua babá, e mudava de ligar. Nos seus primeiros anos, era tão débil que tinha dificuldade para se sustentar, sentado sobre um tapete, os brinquedos que não podia alcançar, vinham, eles mesmos, colocar-se ao seu alcance. Com três anos teve as suas primeiras visões, mas não lhes conservou a lembrança. Tinha nove anos quando sua família foi se fixar nos Estados Unidos; aí os mesmos fenômenos continuaram com uma intensidade crescente, à medida que avançava em idade, mas a sua reputação, como médium, não se estabeleceu senão em 1850, por volta da época em que as manifestações espíritas começaram a se tornar populares nesse país. Em 1854, veio para a Itália, nós o dissemos, por sua saúde; espanta Florença e Roma com verdadeiros prodígios. Convertido à fé católica, nessa última cidade, tomou a obrigação de romper as suas relações com o mundo dos Espíritos. Durante um ano, com efeito, seu poder oculto parece tê-lo abandonado; mas como esse poder estava acima de sua vontade, a cabo desse tempo, assim como lhe havia anunciado o Espírito de sua mãe, as manifestações se produziram com uma nova energia. Sua missão estava traçada; deveria distinguir-se entre aqueles que a Providência escolheu para nos revelar, por sinais patentes, a força que domina todas as grandezas humanas.

Para o senhor Home, os fenômenos se manifestam, algumas vezes, espontaneamente, no momento em que menos são esperados. O fato seguinte, tomado entre mil, disso é uma prova. Desde há mais de quinze dias, o senhor Home não tinha podido obter nenhuma manifestação, quando, estando a almoçar na casa de um dos seus amigos, com duas ou três pessoas do seu conhecimento, os golpes se fazem súbito ouvir nas paredes, nos móveis e no teto. Parece, disse, que voltaram. O senhor Home, nesse momento, estava sentado no sofá com um amigo. Um doméstico trás a bandeja de chá e se apressa em colocá-la sobre a mesa, situada no meio do salão; esta, embora fosse pesava, se eleva subitamente e se destaca do solo em 20 a 30 centímetros de altura, como se tivesse sido atraída pela bandeja; apavorado, o criado deixa-a escapar, e a mesa, de pulo, se atira em direção do sofá e vem cair diante do senhor Home e seu amigo, sem que nada do que estava em cima tivesse se desarrumado. Esse fato, sem contradita, não é o mais curioso daqueles que teríamos a relatar, mas apresenta essa particularidade, digna de nota, de ter se produzido espontaneamente, sem provocação, num círculo íntimo, onde nenhum dos assistentes, cem vezes testemunhas de fatos semelhantes, tinha necessidade de novos testemunhos; seguramente, não era o caso para o Senhor Home de mostrar as suas habilidades, se habilidades havia." (1)

Outras manifestações:

O que distingue Daniel Douglas Home é sua mediunidade excepcional. Enquanto outros médiuns obtém golpes leves, ou o deslocamento insignificante de uma mesa, sob a influência do senhor Home os ruídos, os mais retumbantes, se fazem ouvir, e todo o mobiliário de um quarto pode ser revirado, os móveis montando uns sobre os outros.

Igualmente os objetos inertes, ele próprio é elevado até o teto (levitação), depois desce do mesmo modo, muitas vezes sem que disso se aperceba.

De todas as manifestações produzidas pelo Sr. Home, a mais extraordinária é a das aparições, segundo análise de Allan Kardec. Do mesmo modo sons se produzem no ar ou instrumentos de música tocam sozinhos.

"Seguramente, se alguém fosse capaz de vencer a incredulidade por efeitos materiais, este seria o senhor Home. Nenhum médium produziu um conjunto de fenômenos mais surpreendentes, nem em melhores condições de honestidade." (2)

O senhor Home realizou várias experiências perante o Imperador Napoleão II. Durante essas experiências, obteve-se uma prova concreta da assinatura de Napoleão Bonaparte, com a presença da Imperatriz Eugênia, cujo fato aumentou grandemente sua fama.

Jamais esse excepcional médium mercadejou seus preciosos dons mediúnicos. Teve inúmeras oportunidades, mas sempre se recusou. Dizia ele: "Fui mandado em missão. Essa missão é demonstrar a imortalidade. Nunca recebi dinheiro por isso e jamais receberei."

Como todo o médium, o senhor Home foi caluniado e ferido em sua dignidade, mas nunca lhe faltou, nas horas mais difíceis, o amparo de seus mentores espirituais.

Fontes: -  Revista Espírita de 1858, mês de fevereiro / Revista Espírita de 1863, mês de setembro - Nos Dominios da Mediunidade - Web

segunda-feira, 28 de julho de 2014

SISTEMA DE TRANSPORTE NO MUNDO ESPIRITUAL

SISTEMA DE TRANSPORTE NO MUNDO ESPIRITUAL

Aerobus

Em quase todas as publicações que tratam da vida no Mundo Espiritual, temos referências a veículos utilizados na locomoção de Espíritos, principalmente daqueles espíritos que, ainda, não possuem a capacidade de volição desenvolvida.

Nem sempre os espíritos conseguem transpor os limites vibratórios do mundo físico de forma natural, usando a volitação. Muitas vezes, o peso da matéria e a densidade das vibrações, muito materiais, levam os desencarnados mais esclarecidos e experientes a se utilizarem de comboios, que são veículos construídos com matéria extrafisica, sutil. Com essas naves pode-se transportar uma quantidade maior de espíritos, sem, o gasto excessivo de energia mental dos responsáveis para promover a volitação.  Alias, poucos conseguem volitar, devido ao apego à matéria

O ódio em demasia faz pesar o corpo espiritual; assim a inveja, o ciúme, a maledicência, o orgulho e o egoísmo, de modo que a volitação fica difícil para essas entidades, e os seus corpos ficam chumbados ao solo terreno.

Muitos se admiram das afirmações dos repórteres do Espaço a respeito dos variados meios de transporte utilizados nas Cidades Espirituais.
Enfim, quanto aos tipos de transporte no Mundo Espiritual, temos veículos com as mais variadas características. São eles utilizados para as mais diversas finalidades no cotidiano dos Espíritos errantes: em passeios, no auxílio a necessitados, para competições esportivas, nas excursões de estudos em outros mundos etc.
Encontramos Espíritos angélicos que escondem sua própria iluminação, para ajudar aos que se encontram nas sombras, transportando-os das regiões inferiores para as Casas de reajustamento espiritual. Em determinados casos, usam meios de locomoção primitiva. Igualmente existem aparelhos eletros-magnéticos, no mundo dos Espíritos, que também são usados para esses trabalhos,

Na Colônia “Nosso Lar”, escrito em 1943, já André Luiz explicava sobre a utilização do aerobus como veículo dentro da colônia, e também nos espaços externos para outros locais, e mesmo no umbral, sendo que ele viveu esta experiência em 1930.


 Planta do Nosso Lar

No mapa acima se observa as construções principais, que são o Prédio da Governadoria ao centro, e os seis (6) Ministérios; sendo que os Ministérios de Regeneração, Auxílio, Comunicação e Esclarecimento estão ligados às atividades da esfera terrestre e os Ministérios de União Divina e Elevação estão ligados ás Hierarquias Planetárias Superiores.
Da Governadoria, este Aerobus vai parando, de 3 em 3 km, na velocidade de 30 km/h e leva 40 minutos até o Parque das Águas.
Voltando ao aerobus, a descrição que nos chega é de um carro suspenso do solo a uma altura de cinco metros, do tipo funicular, em que o sistema de tração é por meio de cabos, como os teleféricos. Constituído de material muito flexível, é bem grande e parece ligado a fios invisíveis. Muito veloz, constituía-se o meio de locomoção mais usado na colônia “Nosso Lar”.
A grande diferença entre o aerobus do mundo espiritual e os que utilizados no mundo material, é o combustível. Do lado de lá, quem o move é o fluido vital, que faz parte da energia cósmica que permeia todo o Universo.
Os Espíritos superiores usam a força do pensamento, também, para se deslocarem de um lugar para o outro e sua força mental é tão grande que levam consigo outros Espíritos que não dispõem dessa capacidade.

Podemos dizer que o sistema de locomoção do Mundo Espiritual é o teletransporte que consiste em se viajar pelo Espaço apenas pensando no lugar aonde deseja ir ou na pessoa que deseja ver. Literalmente, Volição ou Volitação é capacidade que tem um espírito, sob certas condições e de acordo com o seu grau evolutivo de poder transportar-se, elevar-se do solo e deslocar-se numa espécie de voo, do que se depreende a volitação ou volição (pois depende da vontade). Sob essas circunstâncias o espírito se transporta para onde quiser ou lhe for determinado, sob a ação e impulso da própria inteligência.

A volitação depende de determinados processos interiores, Em violetas na Janela, Patrícia passou por um curso que tinha cinco fases, cada fase com um instrutor; como já havia aprendido algo com a avó, passou de inicio para a turma da terceira fase.

Volitar – disse vovó de Patrícia,como se tivesse decorado – é esvoaçar, volatear, locomover-se pelo ar pelo ato da vontade.  Volitar é como aprender encarnada a andar, a pedalar uma bicicleta, ou nadar, depois que aprende a dominar, faz automaticamente.

A volitação depende, fundamentalmente, da força mental armazenada pela inteligência; importa, contudo, considerar que os vôos altíssimos da alma só se fazem possíveis quando à intelectualidade elevada se alia o amor sublime. Há Espíritos perversos com vigorosa capacidade volitiva,

A volitação pode ser feita de vários modos: devagar, rápido, rapidíssimo, na vertical e na horizontal.  Devagar é como se andasse, só que acima do chão. Rápido, quando há pressa; rapidíssimo, é como se fosse desmaterializar para se materializar em outro lugar.  Na vertical, é usada para locomoção rápida. Na horizontal, quando se quer apreciar a paisagem.

Essa velocidade tem variações infinitas, de acordo com a evolução da alma. Existem determinados Espíritos tão materializados, que os seus meios de locomoção são os mesmos dos homens e, por vezes bem piores, manejam certas forças da Natureza, mas sem característicos de sublimação no sentimento, o que lhes impede grandes ascensões; bem corno há entidades altamente evoluídas, que viajam grandes distâncias com a velocidade do pensamento

O tema em questão não passou despercebido na codificação da Doutrina Espírita. Sobre o sistema de locomoção, Allan Kardec diz: Enquanto nos arrastamos penosamente pela terra o nosso corpo pesado e material, como o calceta as suas correntes, o dos Espíritos, vaporoso e etéreo, transporta-se, sem fadiga, de um lugar para o outro, rasga o espaço com a velocidade do pensamento e tudo penetra sem encontrar qualquer obstáculo material. (Revista Espírita, de Allan Kardec, n° 4 de abril de 1859)

O pensamento é uma propriedade elástica do Espírito e seus poderes ultrapassam as pálidas deduções dos homens. Dependendo de quem pensa, podem os pensamentos, emitidos em determinados lugares, trazer de volta à mente as imagens e as impressões do ambiente que se deseja e deste modo ficar sabendo o que se passa.

Fontes: Web <> Livros: Aruanda - A Faxina - Violetas na Janela


domingo, 20 de julho de 2014

FILME - A MALDIÇÃO DE AMÉLIA

Esse filme é bem interessante. O filme se chama "The Other Side of the Tracks" seria algo como "Do outro lado dos Trilhos" e não tem nada haver com maldição.  
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terça-feira, 8 de julho de 2014

FILME - OS ÓRFÃOS

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

VIDEO - PINTURA MEDIÚNICA

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segunda-feira, 9 de junho de 2014

BIBLIA EM AUDIO / VIDEO - O SERMÃO DA MONTANHA - CID MOREIRA

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BIBLIA EM AUDIO / VIDEO - PARÁBOLA DO SEMEADOR - CID MOREIRA

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BIBLIA EM AUDIO / VIDEO - QUANTAS VEZES DEVEMOS PERDOAR - CID MOREIRA

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BÍBLIA EM ÁUDIO - ECLESIASTES 3 - CID MOREIRA

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BÍBLIA EM ÁUDIO - SALMO 133 - CID MOREIRA

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BÍBLIA EM AUDIO - SALMOS 23 - CID MOREIRA

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domingo, 8 de junho de 2014

VÍDEO AULA - A IMPORTÂNCIA DO LIVRO "O CÉU E O INFERNO"

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VIDEO - O MILAGRE DA VIDA <> MARAVILHAS DO CORPO HUMANO

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

VIDEO AULA - PSICOMETRIA

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quarta-feira, 4 de junho de 2014

VIDEO - PSICOMETRIA > O QUE É E COMO FUNCIONA

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terça-feira, 3 de junho de 2014

PAUTA DE ESTUDOS - PSICOMETRIA

PSICOMETRIA

Nosso prefácio começa com a história enunciada por Hermínio C. Miranda, em que Colin Wilson, em 1843, informa quando o jovem doutor Joseph Rhodes Buchanan conversa com Leônidas Polk, arcebispo da Igreja Episcopal, acerca da “frenologia”. (1) A matéria anuncia, cautelosamente – como convém a tudo quanto diz respeito à temática do chamado ocultismo, e não sem uma pontinha de ironia nos trouxe este conceito:- “algo novo surgido no maravilhoso mundo espiritualista: a psicometria”
Psicometria, em boa expressão sinonímica, como o é usada na Psicologia experimental, significa “registro, apreciação da atividade intelectual”, entretanto, nos trabalhos mediúnicos, esta palavra designa a faculdade de ler impressões e recordações ao contato de objetos comuns. (XEX 242).  Pois que a psicometria não passa de uma das modalidades da clarividência e a esta pertence, também, os seus enigmas. – Ernesto Bozzano – (XEV 112 / 115)
Para melhor facilidade de entendimento, lembramos ao prezado leitor de que há um fluido etéreo que ocupa completamente o espaço e penetra os corpos; este fluido é o éter ou matéria cósmica primitiva, geradora do mundo e dos seres.
Ao éter são inerentes as forças que presidiram às metamorfoses da matéria, as leis imutáveis e necessárias que regem o mundo. Estas formas múltiplas, indefinidamente variadas conforme as combinações da matéria, localizadas conforme as massas, diversificadas em seus modos de ação conforme as circunstâncias e os meios são conhecidos na Terra sob nomes de gravidade, coesão, afinidade, atração, magnetismo, eletricidade ativa; os movimentos vibratórios do agente são conhecidos sob os nomes de som, calor, luz, etc.
Em outros mundos elas se apresentam sob outros aspectos, apresentam outras características desconhecidas a esse, e na imensa amplidão dos céus, forças em número indefinido são desenvolvidas numa escala inimaginável.
Pode ser, pois, que em outros ambientes, o fluído cósmico tenha propriedades, tenha combinações de que não fazemos a mínima idéia, efeitos apropriados e necessidades que nos são desconhecidas, dando lugar a novas percepções ou a outros modos de percepção. (XET 113 it 10) Oportuno mencionar, segundo apuramos, nos anais astrais (organização dos fluidos no tempo e espaço) estes se acumula às camadas por toda parte.
Conseguimos ler uma camada em vez da outra, seja por afinidade ou por força de vontade. Por assimilação, procedemos da mesma maneira como um homem que vai a uma biblioteca e que escolhe um livro entre os milhares que lá se encontra. As coisas mais maravilhosas têm sempre uma explicação tão simples, se possuirmos a chave do enigma. – (XLE 96) Acreditamos que esta ilustração amplia o entendimento, a sistematização e a percepção além dos objetos, tal qual nos moldes em que Ramatis, no livro O Sublime Peregrino, nos relata pormenorizadamente todos os acontecimentos ocorridos com o Mestre Jesus, desde o seu nascimento até a sua crucificação, ficaram vivamente gravados no Éter que impregna o Universo, ou Akasa, como é mais conhecido pelos orientais. (XLL 203.)
   Akasa é um estado muito mais sutil ainda do que a matéria cósmica, embora não seja o éter propriamente admitido pela ciência como um meio transmissivo. Nele se reflete e se grava qualquer ação ou fenômeno do mundo físico, e que mais tarde os bons psicometras podem lê-los graças a sua faculdade psíquica incomum. – (XLL 75 nota 1). É uma biblioteca de ações de cada alma, pensamentos e emoções que tiveram um lugar no planeta Terra e em outros sistemas planetários. Todos os eventos de pequeno ou grande porte são permanentemente gravados ou registrados na grade eletromagnética do planeta e do cosmos. As poderosas sensibilidades etéricas, as ondas luminosas disseminadas pelo Universo, o fluido Universal, enfim, sede da Criação, veículo da Vida, possui a prodigiosa capacidade de fotografar e arquivar em suas indescritíveis essências os acontecimentos desenrolados sob a luz do Sol, na Terra, ou pela vastidão do Infinito – (XLL 7 – nota 1)
Registros Akáshicos (Akasha é uma palavra em sânscrito (uma das mais antigas línguas clássicas da Índia) que significa "céu", "espaço" ou "éter"), segundo o hinduísmo (Religião atual da maioria dos povos da Índia) e diversas correntes místicas, são um conjunto de conhecimentos armazenados misticamente no éter, que abrange tudo o que ocorre, ocorreu e ocorrerá no Universo. Portanto, é possível, captarmos, aqui, no Espaço, as reminiscências e minúcias de todos os acontecimentos já ocorridos na Terra, desde a sua criação, bastando, para isso, o exercício da psicometria. (xLL 203:4)

Isto posto, diríamos que a psicometria, habilidade psíquica de descrever o curso de registros akáshicos e de certos objetos ou coisas através de vários donos e ambientes, fundamenta-se nos acontecimentos impressos no éter e no corpo etérico ou duplo etérico desses objetos.

MECANISMO DA PSICOMETRIA 

Expondo algumas anotações em torno da psicometria, considerada nos círculos medianímicos por faculdade de perceber o lado oculto do ambiente e de ler impressões e lembranças, ao contato de objetos e documentos, nos domínios da sensação a distância, não é demais traçar sintéticas observações acerca do pensamento, que varia de criatura para criatura, tanto quanto a expressão fisionômica e as marcas digitais.
Destacaremos, assim, que, em certos indivíduos, a onda mental a expandir-se, quando em regime de «circuito fechado», na atenção profunda, carreia consigo agentes de percepção avançada, com capacidade de transportar os sentidos vulgares para além do corpo físico, no estado natural de vigília.
O fluido nervoso ou força psíquica, a desarticular-se dos centros vitais, incorpora-se aos raios de energia mental exteriorizados, neles configurando o campo de percepção que se deseje plasmar, segundo a dileção da vontade, conferindo ao Espírito novos poderes sensoriais.
Ainda aqui, o fenômeno pode ser apreendido, guardando-se por base de observação as experiências do hipnotismo comum, nas quais o sensitivo muitas vezes pessoa em que a força nervosa está mais fracamente aderida ao carro fisiológico deixa escapar com facilidade essa mesma força, que passa de pronto, ao impacto espiritual do magnetizador.
O hipnotizado, na profundez da hipnose, pode, então, libertar a sensibilidade e a motricidade, transpondo às limitações conhecidas no cosmo físico.
Nestas ocorrências, sob a sugestão do magnetizador, o «sujet», com a energia mental de que dispõe, desassocia o fluido nervoso de certas regiões do veículo carnal, passando a registrar sensações fora do corpo denso, em local sugerido pelo hipnotizador, ou impede que a mesma força circule em certo membro - um dos braços, por exemplo -, que se faz praticamente insensível enquanto perdure a experiência, até que, ao toque positivo da vontade do magnetizador, ele mesmo reconduza o próprio pensamento revitalizante para o braço inerte, restituindo-lhe a energia psíquica temporariamente subtraída.

PSICOMETRIA E REFLEXO CONDICIONADO

 Nas pessoas dotadas de forte sensibilidade, basta o reflexo condicionado, por intermédio da oração ou da centralização de energia mental, para que, por si mesmas, desloquem mecanicamente a força nervosa correspondente a esse ou àquele centro vital do organismo fisiopsicossomático, entrando em relação com outros impérios vibratórios, dos quais extraem o material de suas observações psicométricas.
Aliás, é imperioso ponderar que semelhantes faculdades, plenamente evidenciadas nos portadores de sensibilidade mais extensamente extroversível, esboçam-se, de modo potencial, em todas as criaturas, através das sensações instintivas de simpatia ou antipatia com que se acolhem ou se repelem umas às outras, na permuta incessante de radiações.
Pela reflexão, cada Inteligência pressente, diante de outra, se está sendo defrontada por alguém favorável ou não à direção nobre ou deprimente que escolheu para a própria vida.

FUNÇÃO DO PSICÔMETRA

Clareando o assunto quanto possível, vamos encontrar no médium de psicometria a individualidade que consegue desarticular, de maneira automática, a força nervosa de certos núcleos, como, por exemplo, os da visão e da audição, transferindo-lhes a potencialidade para as próprias oscilações mentais.
Efetuada a transposição, temos a idéia de que o medianeiro possui olhos e ouvidos a distância do envoltório denso, acrescendo, muitas vezes, a circunstância de que tal sensitivo, por autodecisão, não apenas desassocia os agentes psíquicos dos núcleos aludidos, mas também opera o desdobramento do corpo espiritual, em processo rápido, acompanhando o mapa que se lhe traça às ações no espaço e no tempo, com o que obtém, sem maiores embaraços, o montante de impressões e informações para os fins que se tenha em vista.

INTERDEPENDÊNCIA DO MÉDIUM

Como em qualquer atividade coletiva entre os homens, é forçoso convir que médium algum possa agir a sós, no plano complexo da psicometria.
Igualmente, ai, o sensitivo está como peça interdependente no mecanismo da ação.
E como é fartamente compreensível, se os companheiros desencontrados ou encarnados da operação a realizar não guardam entre si os ascendentes da harmonização necessária, claro está que a onda mental do instrumento mediúnico somente em circunstâncias muito especiais não se deixará influenciar pelos elementos discordantes, invalidando-se, desse modo, qualquer possibilidade de êxito nos tentames empreendidos.
Nesse campo, as formas-pensamentos adquirem fundamental importância, porque todo objeto deliberadamente psicometrado já foi alvo de particularizada atenção.
Quem apresenta ao psicômetra um pertence de antepassados, na maioria das vezes já lhe invocou a memória e, com isso, quando não tenha atraído para o objeto o interesse afetivo, no Plano Espiritual, terá desenhado mentalmente os seus traços ou quadros alusivos as reminiscências de que disponha, estabelecendo, assim, recursos de indução para que às percepções ultra-sensoriais do médium se lhe coloquem no campo vibratório correspondente.

CASO DE DESAPARECIMENTO

Noutro aspecto, imaginemos que determinado objeto seja conduzido ao sensitivo para ser psicometrado, com vistas a certos objetivos.
Para clarear a asserção, suponhamos que uma pessoa acaba de desaparecer do quadro doméstico, sem deixar vestígio.
Buscas minuciosas são empreendidas sem resultado.
Lembra-se alguém de tomar-lhe um dos pertences de uso pessoal. Um lenço por exemplo.
A recordação é submetida a exame de um médium que reside à longa distância, sem que informe algum lhe seja prestado.
O médium recolhe-se e, a breve tempo, voltando da profunda introspecção a que se entregou, descreve, com minúcias, a fisionomia e o caráter do proprietário, reporta-se ao desaparecimento dele, explora sobre pequeninos incidentes em torno do caso em lide, esclarece que o dono desencarnou, de repente, e informa o local em que o cadáver permanece.
Verifica-se a exatidão de todas as notas e, comumente, atribui-se ao psicômetra a autoria integral da descoberta.
Entretanto, analisado o episódio do Plano Espiritual, outras facetas ele revela à visão do observador.
Desencarnado o amigo a que aludimos, afeição que ele possua na esfera extrafísica interessa-se em ajudá-lo, auxilio esse que os estende, naturalmente, à sua equipe doméstica. Pensamentos agoniados daqueles que ficaram e pensamentos ansiosos dos que residem na vanguarda do Espírito entrecruzam-se na procura movimentada.
Alguém sugere a remessa do lenço para investigações psicométricas e a solução aparece coroada de êxito.
Os encarnados vêem habitualmente apenas o sensitivo que entrou em função, mas se esquecem, não raro, das Inteligências desencarnadas que se lhe incorporam à onda mental, fornecendo-lhe todos os avisos e instruções, atinentes ao feito.

AGENTES INDUZIDOS

Todos os objetos e ambientes psicometrados  são, quase sempre, francos mediadores entre a esfera física e a esfera extrafísica, à maneira de agentes fortemente induzidos, estabelecendo fatores de telementação entre os dois planos.
Nada difícil, portanto, entender que, ainda aí prevalece o problema do merecimento e da companhia.
Se o consulente e o experimentador não se revestem de qualidades morais respeitáveis para o encontro do melhor a obter, podem carrear à presença dos sensitivos elementos desencarnados menos afins com a tarefa superior a que se propõem, e, se o intermediário humano não está espiritualmente seguro, a consulta ou a experiência resulta em fracasso perfeitamente compreensível.
Nossas anotações, demonstrando o extenso campo da influenciação dos desencarnados, em todas as ocorrências da psicometria, não excluem, como é natural, o reconhecimento de que a matéria assinala sistemas de vibrações, criados pelos contatos com os homens e com os seres inferiores da Natureza, possibilitando as observações inabituais das pessoas dotadas de poderes sensoriais mais profundos, como por exemplo, na visão, através de corpos Opacos, na clarividência e na Clariaudiência telementadas, na apreensão críptica da sensibilidade e nos diversos recursos radiestésicos que se filiam notadamente aos chamados fenômenos de telestesia.
(1)       Aurélio ensina ser frenologia a teoria que estuda o caráter e as funções intelectuais humanas, baseando-se na conformação do crânio.

Fontes: A Gênese – Mecanismos da Mediunidade > F C Xavier / André Luiz > FEB  –   Nos Domínios da Mediunidade –  O Evangelho das Recordações – O Sublime Peregrino –  Web  

domingo, 27 de abril de 2014

VIDEO - A MARAVILHA DA VIDA

La Maravilla de la Vida: - É fantástica a natureza Divina. Aqui o "crescei e multiplicai" passo a passo. Um ponto de conflito é a vinculação do espírito ao corpo humano. Quando isso de fato acontece?  Várias podem ser as dissertações, contudo, a nossa é a de que já na fecundação, quando começa a multiplicação das células, o espírito se "estabelece" prontamente ao processo. Assim, mesmo a "pilula do dia seguinte", nessa fase, caracteriza um aborto. Quer saber mais, veja nossas matérias sobre a bipolaridade.


quinta-feira, 17 de abril de 2014

EVANGELHO NO LAR


1. Escolha o dia de sua preferência. Sugerimos um dia de fácil memorização, por exemplo, segunda ou sexta-feira.
2. Escolha um aposento silencioso e agradável da casa, de preferência a sala de jantar, e que esteja com os aparelhos eletro-eletrônicos desligados.
3. Coloque uma jarra com água sobre a mesa, para fluidificação. Na falta dessa podem ser utilizados copos, qualquer um, em número correspondente aos integrantes do Evangelho.
4. Sentar-se à mesa sem alarde e sem barulho.
5. Fazer a prece de abertura, a que toque mais fundamente o sentimento familiar. Pode ser uma prece pronta ou uma prece espontânea, o importante é, repetimos, o sentimento da fé e a confiança na Proteção Divina.
6. Após, fazer uma leitura breve de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Comentar com palavras próprias o trecho lido. No início poderá existir certa timidez mas, com o correr do tempo, os comentários surgirão espontaneamente pois que os Espíritos amigos estarão auxiliando na compreensão dos textos selecionados.
7. Os demais integrantes poderão tecer comentários também, caso o desejem, mesmo que estes levem a assuntos pessoais e/ou a diálogos, naturalmente que sempre pertinentes ao tema em foco. O Evangelho no Lar é antes de tudo uma reunião de Espíritos reencarnados no mesmo ambiente, buscando através da prece, da elevação de pensamentos e do diálogo fraterno, o amparo e o auxílio do Mais Alto para seus problemas e necessidades. Não deve ser jamais solene ou ritualístico, com palavras e movimentos decorados a lembrar missas e demais cultos.
8. Para incentivar a participação dos filhos ou demais membros, com exceção dos pequeninos, é conveniente pedir que leiam mensagens espíritas, para reflexão do grupo. Incentivar também, com carinho, o comentário após a leitura. Sugerimos aqui os livros Fonte Viva e/ou Pão Nosso, de Emmanuel, Agenda Cristã e/ou Sinal Verde, de André Luiz.

9. Proferir a prece de encerramento e rogar, como exemplo, pela paz, harmonia, saúde e felicidade dos membros da reunião e de todos com os quais convivem. Desejando, rogar também pelos doentes, desamparados e infelizes da Terra. Por último, pedir a bênção de Deus para os familiares desencarnados, sem temor. A lembrança da prece alegra e pacifica os que partiram.
10. É completamente desaconselhável qualquer manifestação mediúnica durante o Evangelho no Lar.
11. Servir, após a prece de encerramento, a água fluidificada.
12. Tempo: o necessário para a família. Sugerimos uma reunião de 15 a 30 minutos. Música: sim, se for do agrado de todos. Sugerimos música instrumental, em volume baixo.
Elaborado pelo Instituto André Luiz

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

FATO - DO OUTRO LADO DA DESOBSESSÃO

Este desenho retrata a situação vislumbrada. 
Os Campos Magnéticos e  Espíritos de crianças encarnados 
- vistos seus cordões prateados - e de crianças desencarnados.

Falo do que sei, do que vi e do que fiz
       
                   Sábado, dia 3 de fevereiro de 2014,  como    de   costume,   em  mais  um  dia   de  atividades   em   nosso  Centro, dentre  outros  casos,   este  parece   ser   interessante  para  um  breve relato.
Aninha, como vamos chamar nossa assistida, na casa dos 13 a 15 anos, se fizera acompanhada da Mãe, que preocupada e já tendo visitado outros Centros Espíritas da nossa cidade, atendera por sugestivas providencias de amigos, para que a levassem para nossa observação.
Ao relatar, não se esqueceu de suas andanças e das providências que a ciência realiza em atendimento. Aninha está em tratamento com psiquiatras já há algum tempo e os resultados têm sido apenas paliativos. Na hora de "crise" torna-se agressiva e muito faz lembrar a saudosa menina angelical e doce que se mantivera há mais de um lustro.
Observado o aspecto material, fácil a percepção de que estava ela em estado de transe espontâneo, mostrava, sem dúvidas, as características de um médium sonambúlico em suas atividades.
No processo que nos leva ao desdobramento, nos projetamos em direção ao seu perispírito, seguindo o cordão prateado. Veja que eu disse cordão prateado e não dourado. Um parêntese explicativo: o cordão prateado é o que liga o perispírito ao corpo material, enquanto o cordão dourado liga o espírito ao perispírito; quando do desvinculo momentâneo ao exercício ou manifesto.
Voltemos ao caso. Ao nos aproximarmos de onde ela estava, forte barreira magnética nos impediu o acesso.
Ai, optamos pela vibração ao Mentor André Luiz, que nos sugeriu: passe para a dimensão seguinte e nos o acompanharemos no atendimento.
Lembrando aos menos conscientizados de que a matéria bruta apresenta-se em uma dimensão palpável, enquanto que a espiritualidade de várias dimensões. À medida que o perispírito vai se desmaterializando, no campo dimensional se localiza de acordo com sua sublimidade.
Então, seguindo a orientação, demos curso da sugestiva providência. Situamos-nos em uma camada fluídica do espaço, ou em outra dimensão. Quartas ou quinta dimensão e nos projetamos ao ambiente das trevas.
Transposto o portal do Gardemônio, nos situamos dentre crianças que estariam sendo adestradas nas pretensões das trevas. Dentre as reclusas, vários cordões prateados deixavam no espaço o caminho que levariam aos seus corpos, enquanto que outras, por estarem desencarnadas , isto não era visto.
Notamos, na dimensão que aportávamos à equipe socorrista que nos sugeria voltar ao estado perispiritual natural e providenciássemos o desativamento do campo magnético.
Circulando pelo ambiente, nos chamou a atenção um departamento, talvez por inspiração de André Luiz, e ao nos dirigirmos para lá, eis que surgem os primeiros problemas: "fomos descobertos" e a cautela dos passos seguinte se fazia cuidadosa.
Protegido pela equipe espiritual, vencemos os primeiros obstáculos e ao adentrar a um compartimento nos deparamos com sofisticado laboratório dos espíritos trevosos, muito bem protegido.
Novamente a equipe espiritual em ação e no meio de vê-lo e desvelo por todos, desativei o mecanismo, pois minha contextura perispiritual naquele momento me igualava ao campo ativo e aos seres da colônia dos obsessores.
Desativado o campo magnético, sugestivamente nos vinculamos a equipe socorrista do Centro e Irmão Romualdo e demais obreiros desta legião prestaram os afazeres de rescaldo.
Tarefa finda, o aspecto de Aninha mudara e seu semblante dava certeza à Mãe de que a filha estava "de volta" em alma; ou como poderíamos plagiar o ditado popular: "de volta à casa".
Todos os casos que se nos apresentaram seguia seu curso e ao finalizarmos as atividades daquele dia, agradecemos a Deus e bendizemos a inspiração de Jesus nos ensinamentos evangélicos, pois estes ensinamentos consolidaram ao que Ele nos ensina: "Amar ao próximo como a si mesmo".

Como tantos a outros, poderíamos nos furtar as atividades socorristas e desfrutar deste tempo para o lazer e entretenimento, mas como disse Francisco de Assis, "e dando que se recebe". E diante dessa citação, completo dizendo que recebi e com satisfação e bondade, um manifesto da assistida, já no dia seguinte.
Pela providencia de Deus, casualmente nos encontramos no domingo e por não tê-la imediatamente percebido, fui surpreendido por uma travessura de criança. Aninha se atirara a mim e com um forte abraço e agradecida, ficou-me registrado do dialogo que se segui, com a Mãe e filha, o carinhoso gesto e a frase: "Estou muito feliz, obrigado e Deus lhe pague".


Obs. – Redação realizada sob inspiração de André Luiz em exercícios habituais.



segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

REFLEXÃO: DEUS PRECISA DE NÓS


   João, no Apocalipse, legou-nos esta revelação:  “No início o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus. O mundo foi feito por Ele e o mundo não o conheceu. Ele veio ao que era seu e os seus não o reconheceram e antes lhe tiraram a vida: Jesus!”.
   Pretender que Deus construa Sistemas e Galáxias, em número infinito e passe a reger todo o Universo, e ainda por cima ocupar-se de julgar cada uma de suas criaturas, como Salomão sentado em seu trono, é fazer uma ideia bastante ridícula e acanhada de um Deus que, na verdade, não sabemos como seja. Não é um Espírito ou uma Entidade, como supomos. Antes, um fluido, que tudo interpenetra, e do qual se origina a Vida. É desse fluido ou princípio vital que se formam os corpos celestes, sob rigoroso controle de seres que, um dia, foram como nós.  
  Deus, não se ocupando diretamente de Sua Criação, a delega a seus filhos, que administram todos os departamentos onde a vida se manifeste. E a Vida está por toda a parte. Se formos ainda mais longe, diremos que poderemos tornar-nos cocriadores na obra do Pai, e não teria outra acepção Jesus haver concordado com a informação do salmista de que também somos deuses e poderemos, assim, fazer o que ao próprio Cristo já era então possível. 
  Mas, para isto, uma vida só não basta. O que temos na mochila é insuficiente para percorrermos todos os degraus da evolução. Reconhecemos ser mais cômodo vivermos uma única existência e, mediante alguns sortilégios, sentarmo-nos comodamente aos pés do Onipotente, garantindo os primeiros lugares.
   Porém, achamo-nos na idade da razão, aquela que não mais permite acreditarmos no que nos convém e, sim, na lógica que se impõe.
  Quando a Igreja aboliu a doutrina da reencarnação (com a mesma ingenuidade com que se pretendesse pôr por terra a lei da gravidade) e instituiu a unicidade das existências, isto é, só se nasce uma vez e a alma é criada a partir da concepção, deu um nó na questão.          Dizendo de outro modo: o homem faz o homem e Deus faz a alma. Deus, criando a alma no momento da concepção, coloca-se na dependência de sua criatura. Se o indivíduo não quiser filhos, Deus não poderá criar almas. “O Céu pode esperar”, é a divisa apropriada à questão.
   Deus, possibilitando um progresso infinito às almas, capacitou-as para administrarem a sua obra. Impossível tentar compreender a atuação dessas entidades arquiangelicais e seu poder no que toca à supervisão laboriosa e paciente de etapas previstas para trilhões ou quatrilhões de anos. Emmanuel, exprimindo-se a respeito em A Caminho da Luz (1), diz: “Rezam as tradições do mundo espiritual que na direção de todos os fenômenos, do nosso sistema, existe uma Comunidade de Espíritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias.
   “Essa Comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos membros divinos, ao que nos foi dado saber, apenas já se reuniu, nas proximidades da Terra, para a solução de problemas decisivos da organização e da direção do nosso planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos.
   “A primeira, verificou-se quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar, a fim de que se lançassem, no Tempo e no Espaço, as balizas do nosso sistema cosmogônico e os pródromos da vida na matéria em ignição, do planeta, e a segunda, quando se decidia a vinda do Senhor à face da Terra, trazendo à família humana a lição imortal do seu Evangelho de amor e redenção.”
   Abaixo desses Seres Angelicais estamos nós, Espíritos encarnados e desencarnados, laborando em tarefas compatíveis com nossa evolução e possibilidades, em todos os setores da vida, na condição de cocriadores. Pretender que Deus nos haja criado para uma contemplação perpétua e improdutiva, enquanto Ele está tudo fazendo, é muito ao sabor de quem não seja chegado ao batente.


Fonte:
Obra publicada pela Editora da FEB, 20a edição.

domingo, 22 de dezembro de 2013

ACONTECEU <> HOSPITAL DO CÂNCER DE BARRETOS -


HOSPITAL DO CÂNCER DE BARRETOS

           
            Nesta  sexta-feira, dia  21  de  dezembro  de 2013, acompanhei minha esposa em uma visita fraterna ao Hospital do Câncer, de Barretos.
Oportuno registrar que pelos idos de l986, conheci seu fundador Dr. Paulo Prata, quando o Hospital atendia no perímetro central, na Rua 20. Naquela ocasião, como gerente de agência bancária, do então Unibanco, tomava conhecimento não somente das dificuldades administrativas, como, também, registrava o profundo desprendimento humanitário daquele bandeirante do amor fraternal, pela causa. Hoje, quase três décadas depois, alegra-me ver que a semeadura do passado sobeja de esperança aos enfermos de todas as paragens do território brasileiro e, há quem o diga, até do exterior. Não há dúvidas de que esta obra benemérita é um ideal familiar e merece aos "olhos" da espiritualidade ,  ao nosso ver, toda inspiração Divina.
Minha esposa e eu, professamos o cristianismo, embora por filosofias religiosas diferentes: ela  Católica Apostólica Romana,  enquanto eu  sigo a doutrina Espírita Kardecista. Entendemos-nos muito bem e nos auxiliamos mutuamente no campo religioso e filantrópico,  quanto necessário; razão pela qual me fiz de acompanhante e motorista, na sua viagem filantrópica àquele nosocômio.
Nosso bagageiro continha objetos, utilidades, lacres, produtos de higiene, etc. que, com certeza, seu destino não seria de utilização em áreas da pediatria, pois para esta a disponibilidade foi de chocolates. Mais que um atendimento pela visita benemerente, a recepção  foi de uma acolhida que nos deixou muito felizes.
Missão cumprida, revolvemos dar uma "espiada" nos pavilhões e nas adjacências. Ao passarmos por uma capela, minha esposa teve  o ímpeto de nela entrar e fazer suas preces de agradecimento a Deus. Adentramos ao templo.

Em posição genuflexa, minha esposa fazia suas orações. Ao seu lado, enquanto a aguardava, sentei-me no banco e passei a observar o ambiente. Da mesma aparência de uma igreja, a capela apresentava internamente os moldes de uma nave. Um simples altar refletia sua acolhedora disposição.
Frei Francisco, nobre mentor espiritual me sugere um desdobramento e observação do lado espiritual. Não me fiz de rogado e observei que no altar que tanto me despertara a atenção pelo menos duas ou três entidades se movimentavam, com idas e vindas, em funções puramente espirituais.
Observava o vai e vem delas quando noto ao meu lado e muito bem postado, uma entidade alta, negra e de porte condizente ao de um halterofilista.
- Obrigado pela visita, disse-me ele.
- Apenas acompanho minha esposa, respondi.
- Sim, mas de qualquer forma estas presente. Dou graças a Deus pela tua visita.
- Eu pelo teu trabalho, aludi.
Nesse instante, minha esposa se levanta  e se dispõe a sair. Ao caminharmos em direção a saída.  disse-me ela estar sentindo algo tão diferente; algo muito bom.
Tendo consciência da companhia que aquele nobre espírito nos fazia,  à minha pergunta ele disse chamar-se Getúlio. Notei-lhe um leve sorriso e ao vislumbrar sua mão estendida, nos despedimos. Volte sempre, foram suas últimas palavras.