domingo, 23 de junho de 2013

VIDEO - JOELMA 23º ANDAR

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Trago na lembrança emoções deste Incêndio. Da ocorrência do fato, algumas situações ficaram-me gravadas, as quais, até hoje, vezes ou outras se me afloram ao pensamento, diante de alguma ocorrência similar ou ocasional que me traga recordações. Hoje, analisando o vídeo para postagem, ao comparar esta história e suas imagens com minha memória, forte tristeza me dispõe a relembrar as vítimas do incidente. Minha sugestão é para a visualização de todo o vídeo, principalmente, das entrevistas, onde outros detalhes são compilados para o enriquecimento da matéria.




SIGNIFICADO DA VIDA NA TERRA

Pelo Espírito Marina Fidelis
Nós, espíritos, temos uma resposta a nível de finalidade para que os encarnados entendam o processo reencarnatório e o significado da vida na Terra.
Todos os dias as pessoas se indagam acerca da crise existencial chamada morte, doença, guerra, lutas, provações, enfim a miserabilidade do homem.
A Doutrina dos Espíritos, nesta linguagem franca, aberta, trabalha as questões tidas, havidas, sofridas e existenciadas pelo homem. E o médium espírita tem o dever de compor um currículo construtivista que responda à expectativa do mundo emergente, predisponente, portanto, no conjuntural, no estrutural, de toda linha de pensamento crítico e as contingências que fazem com que o homem tenha esse tipo de pensamento.
Quando levantamos o conteúdo da finalidade da vida na terra, podemos dizer que os espíritos reencarnam para aperfeiçoamento. Os livros espíritas e as próprias deduções dos filósofos são em torno do aperfeiçoamento do espírito. No entanto, o que significa esse aperfeiçoamento senão que as pessoas devem em primeiro lugar, se autoconhecerem? Ninguém se aperfeiçoa e nem coloca o seu potencial energético, a sua luz, a sua dimensão pessoal, a sua característica de latência, a título indagativo, senão pelo autoconhecimento. Como eu posso indagar alguma coisa se não me conheço? Preciso me conhecer profundamente. Preciso descer ao recôndito do meu ser e perguntar: “Quem sou?”, “de onde vim?”, “para onde vou?”
Essas indagações todas – que são múltiplas porque são existenciais (e o existencial é múltiplo) – trazem, todos os dias, a finalidade ao homem. A finalidade de ter paciência, paciência de existir, de dialogar, de compreender, de aprender, de lembrar, de evoluir. E a finalidade evolutiva do homem é de procurar conhecer para evoluir em direção ao saber. Essa dimensão, tão precária, encontrada diariamente nas calçadas das cidades – a miséria, a fome, os desajustes, a angústia – é sempre a interposição do próprio pensamento do homem. A ganância, a usura, a má qualificação no que diz respeito à organização social, política, econômica e cultural, a desorganização da sociedade, a patologia social... O que é que a Doutrina dos Espíritos faz para ajudar a sociedade a criar um estágio novo?
Para criar um estágio novo é preciso um pensamento novo. Sem um pensamento novo não há estágio novo. E a Doutrina, através das mensagens de causa e de efeito, produz, nos centros espíritas, um grande chamamento: o chamamento para que se componha um novo sistema de idéias. Temos certeza absoluta que alcançaremos a finalidade maior das manifestações dos espíritos na Terra: a educação – além de, evidentemente, provarmos que continuamos existindo, num grau inteligente, participativo e responsável.
Queremos que as pessoas comecem a compreender a sua presença na Terra e, conseqüentemente, a necessidade do seu compromisso com a mudança.
O centro espírita é comprometido com a mudança – por isso, é uma casa aberta.
Casa aberta significa criação aberta, pensamento aberto; significa estudo, pesquisa, divulgação; significa propagação do estudo, da pesquisa, significa que as pessoas devem formalizar, existencializar e conviver com o diálogo.
A finalidade do homem na Terra é o bem. Porém, como o homem tem livre-arbítrio, pode pensar em tudo o que faz e em todos os instrumentos de que precisa para seu aperfeiçoamento. Alguns pensam no sentimento de ter mais. “Eu tenho um carro, mas preciso ter dois, três, cinco carros! Eu tenho uma casa, mas preciso ter dez, doze casas!”, esses homens ainda não alcançaram o sentido do nós. Eles não preservam as relações humanas, porque não conhecem a si mesmos. Ainda não alcançaram o conceito maior de que prejudicando o próximo eles se prejudicam; empobrecendo o próximo, eles empobrecem. Eles ainda não respondem às expectativas de um ajustamento social de compreensão daqueles que estão do seu lado, numa linha de pensamento mediato e imediato. Portanto, se desgastam. Se desfazem; rompem o seu equilíbrio pessoal interno, tão necessário para que possam ver o Universo.
O que queremos, nós espíritos, é que os espíritas nos ajudem a manter o centro espírita como universidade do povo – uma casa aberta, franca, sem ilusões, absolutamente desprovida de misticismo, de dogmatismo, de fantasias, mas com um pensamento, dimensão e proposta de uma critica absolutamente voltada para o interior de cada um, para o comportamento de cada um. Cada espírita tem que ter a sua dimensão pessoal crítica de saber o que faz e o que deixa de fazer, bem como suas conseqüências.
Queremos nós, espíritos, que os espíritas sejam mais ativos, que não demonstrem fraqueza nem covardia diante das situações contraditórias que se lhes possam apresentar. Queremos que os espíritas agenciem esse pensamento crítico de um novo sistema de idéias, conseqüentemente de um novo sistema social – onde a paz seja um núcleo de latência comum da humanidade e de exercício pleno de vida. Queremos que os espíritas tenham como lema de participação, no seu existir social e cotidiano, a defesa integral da vida. Queremos, portanto, um estado moral onde a vida seja entendida a título de finalidade, de evolução do espírito. Assim, cada um saberá os seus direitos e os seus deveres numa escala de responsabilidade, de compromisso com o próximo.
Desta feita, não teremos guerra, sofrimentos, misérias – e a Terra, o planeta como um todo, terá evoluído, porque incorporada à totalidade do bem, que, necessariamente, terá de acontecer um dia.
Vamos acelerar um pouco, através daqueles que acreditam muito mais na possibilidade de o bem crescer do que o mal. O mal nunca cresce. Ele existe porque alguns homens, desavisadamente, algumas vezes o utilizam para a locupletação pessoal – sem saber, contudo, que, ganhando, perdem.
Quem ganha pelo mal, perde sempre. Quem perde pelo mal, ganha sempre. Os espíritas estão sempre ganhando, porque algumas vezes sofrem ingratidões, injustiças, mentiras, misérias, mas nunca são atingidos pelo mal – pois o mal é muito pequeno diante da força construtiva do bem.
Que Deus, a plenipotência do amor, da verdade e da justiça, que existe em nossa existência – que é a nossa existência – seja reconhecido por todos.
Que possamos nunca negá-lo, porque somos; possamos nunca desconhecê-lo, porque existimos; possamos nunca em hipótese nenhuma deixar de percebê-lo, porque pela percepção alcançamos um devir. Sem este devir não fazemos nada.

Fonte: SBEE– mensagem psicofônica através de Maury Rodrigues da Cruz em 15/01/91


 

domingo, 16 de junho de 2013

DIREITO A VIDA -

"El Salvador nega aborto a mulher doente cujo bebé morrerá logo após o parto" - Público.

Do ponto de vista ateísta-materialista, tanto faz abortar ou não, tanto faz que o feto tenha cérebro ou não. Se Deus não existe, se somos fruto de um acaso cósmico e se a Moral é apenas uma convenção social que serve propósitos evolutivos e transitórios, o aborto, o suicídio, o assassínio, a eutanásia, são indiferentes. Nada tem significado. É viver, gozar, comer, dormir, procurar prazer e fugir a todo o sacrifício e altruísmo.

Do ponto de vista religioso dogmático, põe-se o velho problema: "Porque é que Deus permite as doenças, as anomalias orgânicas, os sofrimentos?". Cada religião tem as suas respostas.

Entretanto, há uma terceira via, não apenas a do Espiritismo, mas a da Espiritualidade. Cada um é livre de concordar ou não com a D.ra Marlene Nobre, de quem transcrevemos o artigo abaixo.

Para o Espiritismo, a vida humana é sagrada. O aborto não é opção, a não ser em caso de risco de vida para a mãe, mas acima de tudo respeitamos o livre-arbítrio de cada um. 

RAZÕES PARA SER CONTRA O ABORTO DO ANENCÉFALO

Por Dra. Marlene Nobre*
À primeira vista, pode parecer que as razões contrárias ao abortamento provocado sejam exclusivamente da alçada da religião. Uma reflexão mais acurada, porém, demonstrará que elas têm raízes profundas na própria ciência. Assim, para sermos fiéis à verdade e discutirmos, sem as amarras obliterantes do preconceito, a complexa e multifacetada questão dos direitos do embrião, é indispensável analisarmos os argumentos científicos contrários ao aborto.

O primeiro passo nessa busca é a descoberta do verdadeiro significado do zigoto à luz das Ciências da Vida. 
Para Moore e Persaud ( 2000, p. 2), "o desenvolvimento humano é um processo contínuo que começa quando o ovócito de uma mulher é fertilizado por um espermatozóide de um homem. O desenvolvimento envolve muitas modificações que transformam uma única célula, o zigoto (ovo fertilizado) , em um ser humano multicelular". Ainda segundo os ilustres embriologistas, o zigoto e o embrião inicial são organismos humanos vivos, nos quais já estão fixadas todas as bases do indivíduo adulto. Sendo assim, não é possível interromper qualquer ponto do continuum - zigoto, feto, criança, adulto, velho - sem causar danos irreversíveis ao bem maior, que é a própria vida. 

Mas há muito mais sobre o zigoto. É impossível deixar de reconhecer que é uma célula extremamente especializada, que passou pelo buril do tempo, herdeira de bilhões de anos de evolução. Dos cristais minerais ao ser humano, as células primitivas passaram por um longo e extraordinário percurso, desde os procariontes ao eucariontes, dos seres mais simples aos mais complexos, até surgirem, magníficas, nas múltiplas especializações dos órgãos humanos. E a célula-ovo é um dos exemplos mais admiráveis , porque encerra em si mesma, potencialmente, todo o projeto de um novo ser, que é único e insubstituível.
Nesse sentido, a investigação sobre a estrutura do zigoto nos leva necessariamente à discussão sobre a origem da vida e seu significado científico, com todas as conseqüências disso para discussões bioéticas, morais, políticas e religosas. Não será possível retomar aqui toda a argumentação desenvolvida em O Clamor da Vida (NOBRE, 2000) , de modo que apresentarei unicamente alguns dos pontos centrais envolvidos.
Reconhecemos o grande valor da Teoria Neodarwiniana e de seus pressupostos básicos - a evolução das espécies, a mutação e a seleção natural - já comprovados pela investigação científica. Ela, porém, tem se revelado insuficiente para explicar a evolução como um todo, porque tem no acaso um dos seus pilares. O mesmo acontece com todas as outras teorias que buscam complementá-la, mantendo a mesma base explicativa, como as de Orgel, Eigen, Gilbert, Monod, Dawkins, Kimura, Gould, Kauffman. Demonstrou-se, por exemplo, através de cálculos matemáticos, a impossibilidade estatística (101000contra um) de se juntar , ao acaso, mil enzimas das duas mil necessárias ao funcionamento de uma célula. Do mesmo modo, já se constatou que o acaso é insuficiente para explicar, passo a passo, de forma detalhada, científica, o surgimento de estruturas complexas, como o olho, o cílio ou flagelo, a coagulação sanguínea.
Por isso, acreditamos que a Teoria do Planejamento Inteligente, que não tem por base o acaso e é defendida por cientistas competentes, como o bioquímico Michael Behe, a bióloga Lynn Margulis, e os físicos Ígor e Grischka Bogdanov, possui argumentos científicos bem mais sólidos para explicar a evolução dos seres vivos. Behe, em seu livro A Caixa Preta de Darwin, afirma que não importa o nome que se lhe dê, mas, para ele, indiscutivelmente, a vida tem um Planejador. Esta mesma conclusão está em Deus e a Ciência, obra de J. Guitton e dos irmãos Bogdanov. Na mesma linha de raciocínio, Margulis e Sagan (2002, p. 289) afirmam: "nem o DNA nem qualquer outro tipo de molécula, por si só, é capaz de explicar a vida".
Esses autores foram buscar suas argumentações científicas no estudo da extraordinária maquinaria celular; no jogo de convenções inexplicáveis, como as ligações covalentes, a estabilização topológica de cargas, a ligação gene-proteína, a quiralidade esquerda dos aminoácidos e direita dos açúcares; como também , nos cálculos matemáticos das enzimas celulares e na análise de estruturas complexas, já referidos. Enfim, um mundo de complexidade, que não pode ser reduzido à simples obra do acaso. 
O fato é que o cientista nem de longe nem de perto tem conseguido "fabricar" moléculas da vida. Ele desconhece, portanto, como reproduzir , em laboratório, as forças que entram em jogo neste intrincado fenômeno. Nessas circunstâncias, deveria adotar uma atitude mais humilde, mais reverente, diante desse bem maior que é concedido ao ser humano, o de viver. 

Pois a cada dia chegam novos aportes científicos para a compreensão da verdadeira natureza do embrião. Descobertas recentes, feitas pela neurocientista Candace Pert e equipe, demonstram que a memória estaria presente não somente no cérebro, mas em todo o corpo, através da ação dos neuropeptídeos, que fazem a interconexão entre os sistemas - nervoso, endócrino e imunológico - , possibilitando o funcionamento de um único sistema que se inter-relaciona o tempo todo, o corpo-cérebro.
Outras pesquisas já detectaram a presença, no zigoto, de registros ("imprints") mnemônicos próprios, que evidenciam a riqueza da personalidade humana, manifestando-se , muito cedo, na embriogênese. São também notáveis as pesquisas da dra. Alessandra Piontelli e demais especialistas que têm desvendado as surpreendentes facetas do psiquismo fetal, através do estudo de ultra-sonografias, feitas a partir do 4º mês de gestação, e do acompanhamento psicológico pós-parto, até o 3º ou 4º ano de vida da criança. O conjunto destes e de outros trabalhos demonstra a competência do embrião: capacidade para autogerir-se mentalmente, adequar-se a situações novas; selecionar situações e aproveitar experiências. 
Se unirmos a Teoria do Planejamento Inteligente a essas novas descobertas, vamos concluir, baseados na Ciência , que a vida do embrião não pertence à mãe, ao pai, ao juiz, à equipe médica, ao Estado. Pertence, exclusivamente, a ele mesmo, porque a vida é um bem outorgado, indisponível. 
Há, pois, fortes razões científicas, para ser contra o aborto, mesmo o do anencéfalo. 
Aprendemos, com a genética, que a diversidade é a nossa maior riqueza coletiva. E o feto anômalo, mesmo o portador de grave deficiência, como é o caso do anencéfalo, faz parte dessa diversidade. Deve ser, portanto, preservado e respeitado. 

Reconhecemos que a mulher que gera um feto deficiente, precisa de ajuda psicológica por longo tempo; constatamos, porém, que, na prática, esse direito não lhe é assegurado. Sem ajuda para trabalhar o seu sentimento de culpa, ela pode exacerbá-lo pela incitação à violência contra o feto, e mesmo permanecer nele, por tempo indeterminado. Seria importante que se inclinasse seu coração à compaixão e à misericórdia, mostrando-lhe o real significado da vida. 
Referências:


BEHE, Michael, A Caixa Preta de Darwin, O desafio da bioquímica à teoria da evolução, Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997

GUITTON, Jean, BOGDANOV, Igor e Grichka, Deus e a Ciência, Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992

MARGULIS, Lynn, SAGAN, D, O Que é Vida?, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002

MOORE, Keith L. e PERSAUD, T.V.N., Embriologia Clínica, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000

NOBRE, M., O Clamor da Vida, São Paulo: Editora FE, 2000

* Dra. Marlene Nobre é Médica Ginecologista, CREMESP 10304, Presidente da Associação Médico-Espírita do Brasil e Internacional.

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VIDEO - MEDIUNIDADE DE MATERIALIZAÇÃO

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O video com Nina Peixotinho nos ilustra a mediunidade de materialização,
o médium Peixotinho, seu  Pai.

terça-feira, 4 de junho de 2013

PSICOGRAFIA - DIFICULDADE DA CURA

DIFICULDADE DA CURA

. E outras sementes caíram em terra boa; brotaram, cresceram e deram frutos: trinta sessenta e até cem por um. E acrescentou: “Quem tiver ouvidos para ouvir, ouça!” (Mc. 4:8 / 4:9)

Ao que nos possa parecer, a cura demanda apenas de um processo e procedimentos a ser seguido, por alguém que algo nos prescreva.
Engano! Mero engano, se assim pensarmos: a cura é mais que uma prescrição, é um procedimento de interiorização.
Quando estamos acamados, indispostos ou desanimados, rápidas são as pretensas sugestões que nos ocorrem: comprimidos, banhos quentes ou frios e lazer.
Novamente, mero engano. A causa, inculta em nosso ser, é interior. Dessa introspecção é que a terapêutica, e pretensos terapeutas, reúnem os elementos para nos prescrever medicamentos alopáticos, homeopáticos, fitoterápicos, florais, etc.
Como vemos, é uma dissertação medicamentosa para um sentimento introspectivo e incomodo. De várias maneiras podemos rever esta alteração orgânica ou psicótica.
Sim, orgânica por uma disfunção metabólica na ingestão exagerada de alimentos ou insurgente de procedimentos inadequados aos princípios da boa gastronomia. Psicótico pelo descaso com aquilo que o filosofo disse um dia à humanidade: “conhece-te a ti mesmo”.
Como conhecer a si com o turbilhão de influenciações de matizes materiais e espirituais?
Simplesmente ao procederes a uma auto observação, uma rápida interiorização às sensações que borbulham em teus sentimentos.
A mente é muito mais de que a ressonância de raios elétricos emitidos por geradores e usinas. É um campo eletromagnético ativo que mostra e demonstra a ação e reação do que se movimenta em teu interior. Ele mostra as conseqüências de um órgão ou do organismo alterado na matéria pelas dores e hematomas. Mostra os abstratos da mente ao nos dar a percepção sensorial do automatismo psicológico, frente aos anômalos sentidos.
Os sentidos da matéria, os cinco que conhecemos, trabalham em consonância com esta ação eletromagnética. O olfato que, ao nos dar a percepção do ar, pode nos proporcionar os odores e perfumes das flores ou do charco obsessivo emanado por entidades espirituais menos categorizadas. O tato, pelo qual percebemos a impressão do contacto e pressão ao apalparmos aquilo que a vista vislumbra, nos proporcionará arrepios e outras sensações resultantes da aproximação ou atuação de espíritos obsessores. E, assim, discorreríamos todos os cinco pautando a impressionabilidade da vida com a sensibilidade etérea.
Mas o que tudo isso tem em haver com a cura?
Muito, visto do lado do Criador Onipotente. Ele nos proporcionou órgãos materiais e espirituais para que pudéssemos dispor da própria administração da saúde. Não falo da física ou da quântica tão presente atualmente, falo da interiorização com que  sempre fomos dotados.
E por que não? Se me perguntares pela ampliação deste raciocínio. Vejamos: o conteúdo de um recipiente é aquilo que ali depositamos. O volume do que ali colocamos é o que achamos adequados aos propósitos que poderá nos servir, na hora ou a qualquer momento. Assim, logicamente, somos possuidor do conteúdo, ainda que não esteja em nós, mas aos nossos olhos e a nossa disposição.   
Transferindo esta resolução ao corpo físico, seremos o recipiente daquilo que nele depositarmos; se magoa por certo o resultado amargurará nossas ações e reações.
Quando estamos magoados com alguém, inicialmente, nosso poder mental destila centelhas de má querença aos desafetos. Ora, sabemos pela lei da física que quando transbordamos um recipiente, o que depositamos, além da borda que o limita, se esparrama ao derredor. Não é preciso ser um cientista para observar este pequeno detalhe que a física poderá apenas dizer: derramou. Por outro lado, não é preciso ter grande entendimento, basta observar, para constatar que o excesso entornado à sua volta o envolve exteriormente.
Assim, se estamos saturados e temos algo a transbordar, facilmente, concluímos que estamos totalmente envolto em uma situação de saturação total, por dentro e por fora. Nessa situação, concluímos que a magoa que destilamos a alguém, a um desafeto ou a um inimigo, transborda da nossa consciência e envolve todo o nosso organismo. Consequentemente estaremos nos empreguinando da mesma matéria deletéria que dirigimos ao nosso desafeto.  Envolto nesta situação flui-magnética, acumulamos em nossa intimidade o que mentalmente produzimos pela mágoa.
 Foi por esta razão que Jesus nos orientou para que perdoássemos aos que nos ofendessem.
Fácil entender que a lei da ação e reação se faz presente neste pequeno detalhe e, como a ciência nos ensina, reproduzimos aquilo que a mente concebe. Se idealizarmos que nosso desafeto sofra uma situação enferma, ela se reproduzirá no nosso coração e no nosso movimento sanguíneo, consequentemente. Assim, a semente ou princípio do desamor passará a germinar em nosso coração e se reproduzirá sob o influxo do ódio, do rancor, da mágoa e do que mais concebermos.
 Claro está à sabedoria messiânica ao dizer: Onde está teu coração, onde está teu pensamento, ali está o teu tesouro.
Ora, se queremos felicidades não podemos usar do gérmen do desamor, ele gerará a infelicidade e, com certeza, o dito popular de que a semeadura é livre e a colheita obrigatória, não será apenas um dito popular, será uma sofrida realidade.
Bem, se o resumo dos sentimentos não dá ao leitor uma real notabilidade, podemos nos alongar dizendo que nada nasce sem que cuidemos. Uma semente germina com a atenção e empreendorismo do seu zelador. Ela pode ser plantada em uma cova ou, ao acaso, depositada pela própria natureza no solo fértil.
O que fará o bom zelador?
Por certo, irá plantá-la em cova adequada e protegê-la cuidadosamente para que se desenvolva com propriedade. Assim, a natureza que proporciona o solo, não se importando com a disposição do plantio, requererá uma ajuda para que aquela semente se desenvolva e produza. O zelador a regará e poderá adicionar outros elementos que favoreçam o cultivo.
Mas, nem sempre isso poderá acontecer e o cuidado constante poderá não estar disponível ao desenvolvimento do gérmen. Então, nesta circunstância, a própria natureza laborará esta tarefa: chuva e sol e a desenvolvera.
Do exposto, facilmente na transposição sentimental que nutre a magoa, podemos dizer que ela se desenvolverá de qualquer maneira se plantada foi em nossa consciência.
Será mais vigorosa de acordo com o tratamento. Se qual ao zelador e a semente na cova e cuidada ou, ainda pela própria natureza, se ao calor da nossa ira e na amenidade das nossas lágrimas que a fortalecerão.
Onde está o teu pensamento estará a tua razão, na mesma medida e proporção.
Bem, o linguajar nos parece simples ao entendimento, mas podemos, ainda, em oposição ao mecanismo desta lei tão simples, argüir maior aprofundamento da questão, simplesmente voltando aos ensinamentos de Jesus na parábola do semeador, disposta no frontispício desta página.

Ditada pelo Espírito Jacob
Médium A.C.Ribeiro

domingo, 2 de junho de 2013

FILME - O SEXTO SENTIDO


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Neste filme, podemos constatar o aspecto mediunico em muitas passagens. Vimos a dinâmica da clarividência e clariaudiência amplamente exercitada, além da manisfetação de efeitos físicos, sonambulismo e, suscintamente, a psicometria. Evidencia a continuidade da vida, mesmo depois da morte, ainda que as tarefas e afazeres continuem merecendo a atenção daqueles que ignoram já terem transposto o portal espiritual.
BASTA CLICAR, SE NECESSARIO, ONDE SE LÊ: ASSISTA NO YOUTUBE
                  
                     

quinta-feira, 30 de maio de 2013

PSICOGRAFIA - MÃE




Mãe
Mães, quantas tive?
Não estou com a estatística pronta para expressar minha gratidão à quantas teria tido.
Pelo curso da Sucessivade de vidas, muitas me abrigaram em seus corpos para que eu pudesse me desenvolver para a vida.
Na convivência com a oportunidade de crescimento espiritual, outras tantas me ensinaram a suportar dores e amarguras.
Sempre a Flor da criação em meu caminho, não me lembrando de que a idade tivesse influenciado na descisão delas.
Hoje, vividas muitas vidas na matéria e buscando o colo de Maria, rogo a Deus por todas elas, pelo  amparo e perfume que em mim fizeram a diferença.
Saúde as que ficaram e estão no vaso da carne, vibração fraterna aquelas que ainda me acompanham pela espiritualidade.
Quantas Mães não o sei mas, Maria todas elas.
                                                           Jacob
Médium: A. C. Ribeiro -
Maio de 2013

VIDEO - A VIAGEM, DOUTRINA ESPIRITA KARDECISTA

domingo, 26 de maio de 2013

VIDEO - OS EXILADOS DE CAPELA - Filme explicativo

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quinta-feira, 23 de maio de 2013

PSICOGRAFIA - ENUNCIADO MEDIUNICO






NO EXERCÍCIO DA MEDIUNIDADE

1.            Todo médium deve preparar-se, já às primeiras horas, para a realização de sua tarefa medúnica;
a)     Pela manhã, oração e leitura edificante;
b)     Pelo meio dia, oração e sóbria refeição;
c)      Pela tarde, preparação mental para o trabalho da noite e sóbria refeição. Evitar alimentação que sobrecarregue o aparelho digestivo e tenha um processamento lento;
d)     Orar e vigiar ao adentrar no ambiente onde se fará o exercício ou a reunião ocupacional.
2.            Estar provido do senso Cristico durante o dia e não ensejar mal pensamentos e  arbitrariedades para com o próximo.
3.            Na pauta da reunião ou da tarefa mediúnica, dar pareceres condizentes com as suas atribuições e não sobrepor-se com opiniões paralelas.
4.            Não pretender ser Centro de atenção e, com modéstia, apenas dar os pareceres e aconselhamentos que a hora requerer;
5.            Procurar ver em cada companheiro de trabalho um irmão e não um concorrente ou desafeto.
6.            Saber que, por ser uma reunião mediúnica ou uma tarefa ocupacional, vais comungar com Jesus a hóstia da bem aventurança. Portanto, amai os vossos inimigos, fazei o bem e prestai ajuda sem esperar coisa alguma em troca. Mas, se te lembrares que teu irmão tem algo contra ti, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão. Procura reconciliar-te com teu adversário, enquanto ele caminha contigo.
7.            Durante as atividades, na pauta dos afazeres, poderá haver tempo corporalmente inativo para que a mente se farte das luzes que a Providencia Divina te dá. Estejas preparado para recebê-las. Se, nesse momento, a magoa te corrói as entranhas, a mente estará demais ocupada e distante para as bênçãos dos céus.
8.            Quando orardes, não faça como os hipócritas que gostam de orar onde e em posição de serem vistos pelos outros. Recolha-te na tua intimidade e digas, com o pensamento ao alto, tudo que um Pai possa ouvir ao clamor de um filho. Dispense fórmulas e muitas palavras, pois Deus sabe do que precisais, antes mesmo de vós o pedirdes.. Não se afaste desta recomendação para que não sejas contemplado como os hipócritas e os pagãos.
9.            Não de imagens aos sentimentos desafetivos, eles se cristalizam e ganham forma e consistência no teu coração;
10.       Saibas orar por aqueles que te ofendem e caluniam, pois são seres em desenvolvimento e crescimento espiritual. Tal como crianças, não gozam da maturidade e exteriorizam tudo aquilo que ainda terão de se desproverem.
11.       Ore, jejue e perdoe. A oração aproxima o ser fervoroso do Pai; o jejum leveda a massa; e, perdoar é saber prover-se de tudo que a vida possa refletir pelos pretensiosos do bem.  O perdão é um sentimento que te despojará de toda magoa que o ser em evolução não necessita, até de um outro sentimento que não seja de amor.
12.       Finalmente, regre-se pela literatura. Sejas assíduo ao banco da aprendizagem, pois os ditados mediúnicos expressam quais as ferramentas que devem ser usadas na prática do mecanismo mediúnico. Não negligencies com o saber, ele o levará aos grandes condutores espirituais e te afastará, com certeza, dos espíritos levianos e obsessores.
Gloria a elevação, paz e tranqüilidade ao sentimento de amor e solidariedade. Sim, solidariedade, pois este e o componente que leva ao amor.

Ditado pelo Espírito Jacob / Médium A.C.Ribeiro

domingo, 2 de dezembro de 2012

VIDEO - MENSAGEM A UM AMIGO

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VIDEO - AUTO-AJUDA <> ANTI-DEPRESSÃO

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terça-feira, 6 de novembro de 2012

ACONTECEU <> LIBERDADE, ENFIM!


FALO DO QUE SEI, DO QUE VI E DO QUE FIZ

Dia 31 de outubro de 2012. Toca nosso celular e ao atendermos a chamada identificamos nossa confreira Débora do outro lado da linha. A ligação tinha um objetivo: nos informar que o Sr. Antonio,  pai da nossa irmã Cacilda, havia falecido.
Assim como o falecido pai, Cacilda  é moradora na cidade de Novo Horizonte, distante de Catanduva a m/m 60 kms. Nossos laços de amizade, de mais ou menos duas décadas, foi contruído pela identificação, afinidade e simpatia à doutrina kardecista. Juntamente com nossas irmãs Márcia e Maristela, é presença constante e participativa das nossas atividades no Centro.
O velório foi realizado em lugar próprio e contíguo ao cemitério. Pouco antes do sepultamento, a pedido da família e após rápida preleição, ao lado daqueles que honravam a memória do defunto, fizemos uma prece.
Ao tempo em que o cortejo seguia para o sepultamento, caminhavamos com  a Marcia,  ao lado de Cacilda.  Ao chegarmos na entrada do cemitério, lembrei-me de ali ter estado há mais de um lustro, em outro funeral. Andavamos sob uma pequena estrutura metálica que cobre aquele  passeio contra sol e chuva, quando, aproveitando da lembrança suscitada, fiz alusão à Márcia das constantes visitas que ela fazia aquele cemitério.
-Tenho estado muito ausente, responde ela. Já não o tenho feito com a mesma frequencia de antigamente..
- Qual a razão desta indiferença? Perguntei.
- Questão de bom senso, cautela, intranquilidade ... prudência, talvez!
A esta resposta, acrescentou uma menção: “Minhas orações eram bem ali naquela arvore, que um dia teria sido o centro deste cemitério. Por parecer mistico e as inspirações terem se acentuado”.
Enquanto a esquife do Sr. Antonio descia ao sepulcro, fiz uma visita espiritual ao local apontado por Marcia. Uma negra idosa e simpática me chamara a atenção dentre os espíritos presentes. Forte impulso me sugeriu lá estar de corpo e alma, juizo que me levou a percorrer mais ou menos 30 mts.,  por entre as sepulturas.
Uma vibração agradável nos convidava aprofundar na questão. O jazigo, modesto mausoleu, apresenta quatro pequenas escadas que convergem para uma detalhada campa. No lado espiritual, sobre a campa, vislumbramos um magnifico santuário que pareceu-nos envolver toda estrutura física. Comentando nossas impressões com os amigos que nos seguiram, procuramos maiores informações com seus guardiões espirituais.
O espírito da negra que nos chamara a atenção, apresentou-se como Irmã Luiza. Disse-nos ter em vida sido escrava e que naquele mausoleu constituiram um santuário como gratidão e homenagem aos seus Senhores. Ela e os demais eram eternamente agradecidos a família pela bondade que foram tratados na senzala quando encarnados. E que os cultos africanos, que eles perpetuaram além da vida, sem quaisquer vinculos com os cultos Afro-Brasileiros, visam apenas a disposição de assistência fraterna naquele cemitério.
Agradecidos, fizemos o caminho de volta e rumamos para a saída. Ao encentivarmos Márcia para a retomada dos exercícios vibratórios com aquela equipe, sentimos a companhia e a forte vibração de Irmã Luiza, presença esta que nos motivou a convidá-la em visitar-nos no Centro,  durante nossos trabalhos.  
No sábado, quando pautavamos pelo inicio e providências para as atividades, sentimos a presença da Irmã Luiza, tendo por companhia um negro de porte atletico e elegante, que dissera-nos chamar-se Nestor. Demos ciência a todos dos visitantes e pautamos a conversação com a entidade ao final dos trabalhos de desobsessão, caso fosse possível.
Curiosidade, expectativa ou indiscrição fez com que, no momento aprazado, tivessemos mais de trinta pessoas para uma possivel manifestação da Irmã Luiza.  Como muitos dos presentes sabiam poucos detalhes da ocorrencia, a bem de entendimento, fizemos rápido comentário da ocorrencia do velório.
Ao ensejo que nós  pediamos à Cacilda, médium sonambulica,  já comodamente instalada, que se dispusesse em condições para o intercâmbio e manifestação mediunica, Irmã Luiza mentalmente me pergunta: o que eu vou dizer?
- O que a Irmã quiser e julgar oportuno. Talvez surjam perguntas,  respondi.
O silêncio do auditório foi quebrado pelas saudações e cumprimentos que Irmã Luiza mediunicamente manifestava.
Marcia, sob nosso incentivo, faz a primeira pergunta.
As dúvidas que ainda tinha foram completamente dissipadas pela entidade, que amável e generosa disse-lhe o quanto sua participação vibratória era importante nos socorros feitos pelo grupo.
Palavra livre, nosso irmão Rubens, presidente do Centro Espirita Amor e Caridade,  da cidade de Olimpia, pergunta sobre as atividades  desenvolvidas por grupos socorristas nos cemitérios.
Novamente o carinho e a explicação da Irmã Luiza: a bondade de Deus nos socorre a todos. Somos todos necessitados. Os socorristas, necessitados do trabalho. Os assistidos, necessitados da bondade de Deus.
Como todos silenciaram, perguntei a Irmã Luiza o que achara da sua última encarnação, uma vez que os escravos  sofreram todos os tipos de suplicio e humilhação.
- No começo, me revoltei. Com o passar do tempo me resignei.
- A Irmã vê ou viu nesta situação uma provação? Perguntei.
- Sim
- Tem consciência do que possa ter motivado essa provação?
- Não
- A Irmã julga ter cumprido  essa provação?
- Espero que sim.
O diálogo prendia a atenção de todos. Reinava completo silêncio no auditório. Pensava em nova pergunta quando bondosamente os Mentores que nos assistem sugeriram que, caso fosse plausivel, ela poderia conhecer os motivos que a levaram ao cativeiro.
Eu não tinha dúvidas de que para ela seria uma surpresa, algo não esperado,  caso fosse o véu do seu passado levantado. Por isso, demos a ela a alternativa de conhecer ou não sua vida pregressa.
- Melhor eu não saber, responde taxativamente. Não sei se estou preparada.
Um dia, cedo ou tarde, você será novamente convidada a descobrir-se para a sua verdade, afirmamos. Mentores espirituais nos confirmam sua capacidade para essa ventura, mas, conquanto respeite sua vontade, com sua permissão, volto a perguntar: Você quer saber o que a levou à Senzala?
A expectativa era geral. Somente alguma respiração ouviamos!
Silêncio.
Se o Irmão está seguro das minhas possibilidades, eu concordo.
Eu estava convicto de que, para ela,  chegara a hora da verdade. Pela orientação dos Mentores não havia razão para postergá-la.
Pela faculdade de clarividência, notei que a espiritualidade dotara o ambiente de um grande painel plasmático. Ao tempo em que desdobrado o vislumbrava, pedi a Irmã Luiza o mesmo procedimento.
Uma jovem aparentando menos de 30 anos, vestida ricamente, cabelos castanho cacheados, dando-nos a impressão aristocrática e de ter vivido em fins no século XVI ou começo do século XVII retratava-se na tela. Segundo os Mentores: Princesa Vitória.
A ponta do veu fora descortinada e Irmã Luiza se reconhece na tela. Entristecida, supera a emoção e nos caracteriza a personagem: Princesa Vitoria, sim, fora uma princesa de hábitos pouco saudáveis. Dada aos prazeres sensuais e materiais, egoista, arrogante e vaidosa.
Silêncio
Diligentemente, mudamos o teor do diálogo.
- Como a Irmã vê agora sua provação como escrava?
- Justa, muito justa.
- Baseando-se na Lei de Ação e Reação, como a Irmã vê a justiça Divina.?
- Justa. Muito justa, como disse. Digo até que pelo que fiz como Princesa ela foi amena. Acho até que não consegui ressarcir ao tribunal Divino todos os meus pecados.
- E agora, o que a Irmã espera da bondade de Deus?
- Espero que Deus possa permitir que eu faça aos outros o que não fiz quando tive condições e poder.
- O que mais  Você pediria a Deus?
- Pedir nada, agradecer muito.
- Deixo à Irmã a oportunidade de nos dizer o que ainda queira e que, ao finalizar suas considerações, fizesse a prece de encerramento desta reunião. Antes, porém, agradecemos e patenteamos nosso carinhoso e fraternal abraço à Irmã e ao seu nobre acompanhante, pela visita.
- Agradecendo-vos pela oportunidade, vos  asseguro que a simplicidade me proporcionou o meio de reparar os erros da nobreza. Manterei a imagem desta minha última encanarção em razão de ter ela me proporcionado um crescimento espiritual e um enorme aprendizado. Peço a Deus por todos vós e sei que doravante não nos faltara o empenho generoso de Jesus para continuarmos, mais consciente, os nossos afazeres. Fiquem com Deus.

domingo, 28 de outubro de 2012

ACONTECEU <> PELO AMOR OU PELA DOR

FALO DO QUE SEI, DO QUE VI E DO QUE FIZ
A partir desta pauta, vamos discorrer uma história, uma ocorrência que envolve uma família. 
Acreditamos não ser um fato de teor desconhecido ou sem precedência nos anais da doutrina. Embora esta ocorrência se nos apresente impar, acreditamos haverem situações similares à nossa volta e que desconhecemos.
Em meados de agosto, há mais ou menos dois meses, Alice, católica praticante, amiga de longa data e simpatizante do espiritismo, por telefone, nos pede um atendimento para uma parenta de seu marido.
Segundo Alice, sua parenta Rosa já teria percorrido todos os meios plausíveis para tratar sua enfermidade. Médicos e psicólogos já haviam proferido vários diagnósticos, receituários e procedimentos sem sucesso.
O estado de Rosa era preocupante aos parentes e desanimador ao marido Carlos. Ele, quando retornava do trabalho, a encontrava na mesma situação que a deixara pela manhã à sua saída: desanimada, chorosa pelos cantos ou largada nos cômodos da casa.
Desconheciam completamente os princípios da doutrina espírita e as possíveis conseqüências de uma ligeira influenciação espiritual.
Recebemos o casal no plantão assistencial de passes que o Centro realiza e para a felicidade de todos, em simples e rápida desobsessão, recebeu Rosa o benefício da cura tão procurada. Ocorreu, assim, a iniciação do casal ao espiritismo.
Um fato simples que consolida o propagado jargão: “Quem não vem pelo amor, vem pela dor”.
Como podemos ver foi uma simples e ordinária ocorrência, contudo está mantendo esta pauta e gerando outras redações,  devido seu desenrolamento.

Entusiasmada e em alto astral, em fins de setembro, ou principio de outubro, Rosa nos pede uma consulta para a filha Rosangela; moça de mais ou menos 22 / 25 anos.
Falou-nos Rosangela de suas ansiedades e questionamentos sobre vários assuntos; destes um estaria mais notório às suas lembranças. Disse-nos ela: “teria eu mais ou menos 5 ou 6 anos de idade e, um dia, voei do quarto onde estava até a sala; chamei a minha mãe, mas ela não veio ver”. 
Desta frase de Rosangela e respondendo nossa pergunta, dona Rosa disse ter dela, naquela época, ouvido tal relato, contudo, não a teria ouvido chamar.
Tem explicação? Perguntou-nos Rosangela.
Ao respondermos afirmativamente que sim, percebemos terem ambas aguçadas suas expectativas.
É bom que se diga, principiei que muitas podem ser as opiniões sobre esta ocorrência nos círculos Kardecista, mas, respeitando opiniões contrárias que possam advir, duas possibilidades se nos ocorrem: a primeira, sem muita relação, é que pode ter acontecido  um estado de levitação, contudo, a literatura espírita nos orienta ser um fenômeno raríssimo. A segunda, mais próxima dos nossos conhecimentos e realidade operacional, é admissível e sugere-nos tratar-se de uma manifestação de sonambulismo. Nesse estado, as pessoas podem gozar de uma intensa lucidez no estado sonambúlico e transportarem-se pela força do pensamento ou seja, realiza uma verdadeira viagem astral.
Isto nunca mais me aconteceu, disse-nos Rosangela.
Apesar desta menção, sugerimos a ela um rápido “laboratório”, como costumamos dizer aos que notoriamente se acham em estado de desdobramento.
É possível? Nos questiona ela.
Sim, a emancipação da alma pode ocorrer naturalmente ou por indução magnética.  Você, neste momento,  já esta naturalmente desdobrada, resta-nos testar somente a possibilidade de maior empreendimento. Com a permissão de Rosangela, fizemos o procedimento e constatamos ser ela uma médium sonambúlica..
Assim, confirmando suas reais possibilidades mediúnicas, aceitou nossa sugestão de desenvolvimento de suas faculdades medianímicas.
Rosangela logicamente não viera pela dor, mas pela curiosidade.  Sua indiscrição não nos surpreendeu quando ela comentou o estado “depressivo” de uma Tia.
Sonia, a tia, em tratamento médico há mais de duas décadas, apresenta  um estado confuso e deprimente, disse-nos Rosangela: ora chora, ora ri e apesar da medicação a confusão mental é preocupante.
De comum acordo, marcamos a vinda de Sonia ao Centro para uma entrevista. Sonia, a exemplo da família, nunca estivera em uma Casa Espírita.

Por estes dois casos, nosso objetivo foi dar a conhecer ao prezado leitor de como Sonia, com diagnóstico e tratamento bipolar, mais uma obsessão complexa, chegou até o Centro para acompanhamento.

Um passo à frente na história da família. Uma nova expectativa para Sonia.
Como estávamos combinados, pautada pela pontualidade, Rosa ali estava com Sonia, naquela quarta-feira, 24 de outubro de 2012, juntamente com Antonia, irmã mais velha.
Sonia, sob efeito medicamentoso de estabilizadores do humor e antipsicóticos, mostrava-se inquieta, temerosa e com todas as letras dizia: “eu tenho medo de espíritos!”
Forte razão se nos apresentou para seu temor. Em estado de desdobramento e aguçando a clarividência, constatamos que ela, pelo lado espiritual, se fazia acompanhar de uma entidade com aparência licantropica, caracterizando-nos ser vítima de uma implacável obsessão.
Desconversando a fomos tranqüilizando e tratamos de alheios assuntos ao seu desassossego. Assim, soubemos das suas aspirações de juventude, quando gozava de perfeita saúde mental: sonhara com o casamento, com um lar e filhos. Frustrada, ainda alimentava essa esperança, apesar dos seus aparentes quarenta anos, dos quais mais de vinte em tratamentos.
Nessa entrevista, tanto Sonia quanto Antonia, nos dava indicativos do distúrbio bipolar: fadiga e perda de energia; irritabilidade e impulsividade; envolvimento agressivo em brigas; idéias de morte suicida; lamentos e auto-recriminação; e, de forma geral abatida, quieta e triste.
Nossas observações fundamentaram a conjectura que tínhamos do caso: obsessão complexa, justaposto por uma simbiose.  Assim, teoricamente tínhamos um diagnóstico e o perfil da situação.
Da teoria à prática, principiamos pelo campo espiritual. Impingimos ao nosso perispírito a maior sutilidade que pudemos. Depois, desdobrado passamos a nos movimentar em uma dimensão espiritual menos materializada.
Favorecido pela rarefação espiritual que estávamos, passamos sem quaisquer problemas pelo obsessor e seguindo o cordão prateado de Sonia a localizamos em um gardemônio.
Sonia, juntamente com outras almas, apinhadas em um compartimento quadrado e fechado, involuntariamente eram compelidas à doação de fluidos animalizados. Por um sistema de tubulação esses fluídos eram canalizados para um laboratório que os transfundia aos espíritos daquela colônia, tal qual a doação de sangue que conhecemos.
Favorecido pela dimensão espiritual que transitávamos, fizemos uma rápida observação nas dependências daquele gardemônio, e, ao nos aproximarmos do líder, sentimos estranha repulsa fluídica. Nele, notávamos a transmutação do homem para o animal; estampava, também, em sua aparência a licantropia.
Desdobrado e mantendo a mesma sutilidade perispiritica, a conselho da equipe espiritual que se fazia presente, retornamos bem próximo ao nosso corpo físico. Sugeria-nos, ainda, autenticar o estado de simbiose. Introspectivamente vislumbramos o interior do corpo de Sonia e constatamos a presença de dois hospedes.
Reacoplado ao corpo físico, operacionalmente optamos pelo ensaio da primeira mobilização dos dois hospedes. Para esta providência, contávamos com duas confreiras presentes: uma médium de desdobramentos e outra de apoio.
Próximo como até então estivera, o obsessor mantinha sua atenção vigilante.  Ao nos posicionarmos para o nosso intento, ele incisivamente nos adverte: “não mexa!” Indiferentemente e por sugestão da equipe espiritual, não nos intimidamos.
Ao nosso primeiro gesto, tal como um lobo feroz, o obsessor salta brutalmente sobre nós, fazendo-nos sentir no corpo o impacto dessa colisão. Acreditamos ter sido ele receptador de transfusão fluídica na sua colônia, tamanho o choque. Esta manifestação súbita e violenta foi notada pela médium de apoio, que posteriormente nos inqueriu da crível alteração fisionômica que se nos estampou.
Rápido, mas nem tanto para coibir a agressão, por sugestão e auxilio da equipe espiritual, fizemos uma expansão vibratória e magnética, circundando-nos como um cilindro de proteção. Com esta medida, nos resguardamos do agressor e dos amigos que chegavam em seu auxílio.
As circunstâncias nos indicavam a necessidade de uma desobsessão imediata, contudo, os recursos que dispúnhamos, naquele momento, não nos asseguravam o sucesso dessa tarefa. Por isso, por sugestão da equipe espiritual protelamos e marcamos o trabalho para o dia adequado , ou seja, o sábado imediato aquele dia.
Daquele momento, até o dia programado, fui alvo daquela colônia; tive a todo instante a companhia de observantes.  
Chegara o sábado e com ele a oportunidade dos atendimentos no Centro Espírita. Contávamos, como sempre, com médiuns de vibração, de desdobramentos e sonambúlicos.  Composta a equipe de trabalho, com a permissão dos benfeitores espirituais, demos inicio as atividades da tarde.
Sonia mostrava-se desassossegada e, com certo nervosismo, deu entrada ao atendimento desobsessivo. Vinha conduzida por suas irmãs Rosa e Antonia; tinha por companhia espiritual a mesma entidade que vislumbráramos no dia 24 de outubro, a quarta feira anterior.
Servindo-nos das possibilidades de um médium de incorporação, mantivemos diálogo com a entidade presente e ante sua inflexibilidade, seguindo as instruções da equipe espiritual procedemos seu adormecimento. Incontinenti, mobilizando os médiuns passíveis de desdobramentos, ou, segundo Kardec, de emancipação da alma, rumamos para o habitat dos obsessores, onde já nos aguardavam as equipes espirituais.
No interior do Gardemônio, buscamos por Sonia que continuava reclusa com outros tantos encarnados servindo de doadores de fluídos vitais. Em ação conjunta com nossos benfeitores espirituais, aos quais servíamos de fonte e doadores de fluidos ectoplasmicos, nos apoderamos do lugar onde vivia aquela organização.
Acoplado a um médium sonambúlico, o líder daquela comunidade foi “arrastado” até as dependências do Centro, protestando aos brados por nossa intervenção. Sem resultado, tentamos o diálogo e, se já surpreendia o poder de sua resistência na manifestação mediúnica, com muito custo o fizemos adormecer para que nossos irmãos socorristas o levassem.  O esclarecimento dessas excepcionalidade nos foi revelado pela equipe espiritual: ele estava bem provido, farto mesmo, de fluidos animalizados que recebia em transfusão das criaturas reclusas.
O processo desobsessivo fora realizado, conquanto, julguemos que, pelo tempo exercida a atuação perniciosa, grande é a possibilidade de que células cerebrais possam terem sido lesadas.

 Iniciamos, em ação contígua, o tratamento da simbiose ou da bi-polaridade, segundo conceito terapêutico.

Antes de discorrer sobre a terapêutica da simbiose, a bem de entendimento, sugere-nos uma digressão para ilustrar o assunto, segundo entendemos e visto pelo prisma da doutrina kardecista.
Simbiose é uma relação mútua, na qual, dois ou mais organismos diferentes são beneficiados por esta associação.
Para compreender o conceito de simbiose, a literatura registra o caso clássico do cogumelo, que penetra na alga e na associação simbiótica do liquem. De nossa parte, pensamos em formular uma idéia popular à exemplificá-lo: uma linha telefonica, por acaso. Ligados a essa linha,  duas extensões, com seus respectivos operadores. Se os operadores dessas extensões fizerem uso ao mesmo tempo da atendente, com certeza se instalara uma balbúrdia e o interlocutor atento registrará multiplas argumentações.
Deste modo, deve-se ter presente que a simbiose implica em uma inter-relação de tal forma íntima entre os organismos envolvidos que se torna obrigatória. No caso de Sonia, a temos como hospedeira dos espíritos João e Anselmo.
Assim, a mente encarnada inconscientemente, submete-se ao dominio parcial do desencarnado, que infiltra-se na organização fisiopsicossomática e subjuga-lhe o campo mental,  acolhendo-lhe os pensamentos, quais fossem os próprios. A pessoa assume duas personalidades, como se houvessem duas pessoas dentro de uma; caracterizando uma bipolaridade, segundo a Psicologia Clínica.
Uma matéria que ilustra muito bem o acima disposto é o filme As Tres Faces de Eva, postado neste blog. Vale a pena conferir.

O tratamento espiritual.

Simultaneamente, com um choque anímico ou fluídico, (1) afastamos os hospedes que Sonia abrigava e pedimos para dois médiuns de desdobramentos que fizessem os acoplamentos.
Acoplados, João e Anselmo, nomes com os quais as entidades se apresentaram, cada um há seu tempo, manifestaram, pela psicofonia, breves e obscuras palavras: um diálogo confuso, como geralmente acontece no princípio deste tipo de tratamento.
Cumprida esta etapa, finalizamos o ato. Como já esperávamos João e Anselmo, ao serem liberados, readentraram no corpo de Sonia. (2)
Rosa e Antonia expressavam visível contentamento, pois Sonia dava mostras de novo semblante e emocionalmente estava tranqüila. A sessão de caráter prático atingira seus objetivos, requeria agora novos procedimentos seqüenciais e o estabelecimento de um calendário desobsessivo.
Afirmada esta nova fase de acompanhamento, Sonia passou a cumprir o calendário consignado, fazendo-se habitualmente presente no Centro.
Fugindo às minúcias, mas relatando em síntese os procedimentos praticados, registramos que a harmonia das sessões do tratamento vem sendo desenvolvida sistematicamente com a doutrinação dos hospedes João e Anselmo. Para isto, continuamos nos servindo para incorporação dos médiuns de psicofonia, quer sejam ou não de desdobramentos ou sonambúlicos.
Além de Rosa e Antonia, Sonia tem outros irmãos. Torna-se agressiva apenas com José, sendo que, em algumas ocasiões, já intentou matá-lo. José, em vez de magoar-se, tem sido amável com Sonia e compadecido do sofrimento dela.
No decurso das sessões desobsessiva a qualidade das manifestações melhoraram e consequentemente, também, a lucidez de João e Anselmo. Ao contrário de Anselmo, João sempre se mostrou flexível e tolerante, a ponto de ser o primeiro a nos deixar sob o amparo da espiritualidade.  Antes que isso ocorresse nos deu conhecimento de um episódio comovente e o drama dos implicados em encarnação precedente, quando ambos se apaixonaram por Maria Dolores, hoje reencarnada como Sonia.
Maria Dolores, filha de Hortência, fazia parte de uma realidade social em que o casamento era arranjado pelos pais do casal, por questões ligadas ao valor da propriedade ou política. Estava prometida em casamento para João, embora Anselmo, perdidamente apaixonado, lhe fizesse a corte. Anselmo, sujeito sem instrução, violento e brutal era contido em seus intentos por José Ricardo, irmão de João.
No decurso das sessões realizadas, durante as doutrinações, soubemos que sinistramente um lenheiro, empilhado por João, desmoronou sobre Maria Dolores vitimando-a fatalmente.  Anselmo, condoído pela morte de Maria Dolores, não levando o acontecimento à conta de uma fatalidade, aproveitou de um momento festivo na comunidade para mortalmente esfaquear João.
Procuramos saber de Anselmo sobre o episódio.  Não somente confirmou a versão de João como nos deu outros detalhes. Disse-nos que na época João contava aproximadamente com 30 anos e que após tê-lo assassinato deixou a comunidade temendo uma represália da família, principalmente de José Ricardo, a quem temia e inimigo publicamente declarado. Desassossegado, temendo vingança, perambulou até sua morte, não tendo por lembrança como ocorrera.
Com ódio cristalizado em seu pensamento, não demonstrando quaisquer arrependimentos pelos seus atos, sentencioso nos assegura seu intento em dizimar seus desafetos.
Tentávamos, na doutrinação, a persuadir Anselmo em desistir do seu intento quando, em se nos mostrando, uma angelical entidade sugeriu-nos fizéssemos uma  regressão do obsessor  à sua vida anterior. 

Ao termino da semana em que se deu esta sessão, paralisamos todas as atividades do Centro. Chegou o final do ano e com ele as festas Natalinas e de Ano Novo.
No primeiro sábado de 2013, findo o recesso, retornamos e, para nossa surpresa, Sonia se fez presente desacompanhada das Irmãs. Estava sorridente e feliz, viera para mais um atendimento.
Seguindo, então, as orientações espirituais, sugeridas na última sessão do ano findo, demos início a Retrocognição, também conhecida como regressão de memória ou regressão a vidas passadas.
Induzido ao relaxamento, aos poucos, Anselmo foi “viajando no tempo” e aí, localizado em outra era e em algum lugar, vivenciou uma história transcendental. Pesaroso, denotando espanto e tristeza, identifica, em outra vida, a origem do episodio que o amargurava no presente. A Lei do Carma, ou da Ação e Reação, havia sido cumprida, pagara até o último ceitil. Melancólico deixa, enfim, o condômino com conseqüente liberdade à Sonia do jugo em que vivia. Amparado pelos  nossos Irmãos Socorristas, rumou para a Colônia Regenerativa. Estava concluso o processo da desobsessão e, como prevemos, com resquícios de deterioração mental.

Nota: Embora estejamos finalizando a redação proposta, em todas suas etapas, um novo desdobramento surgiu por parecer dos amigos e benfeitores espirituais: um tratamento Apométrico com a equipe espiritual da Saúde.
Assim, já no próximo sábado, daremos curso a uma nova etapa, pois, segundo o Mentor Espiritual Irmão Juvêncio, com este tratamento, o quadro pode alterar-se e haver uma reabilitação mental, ainda que parcial.

 
(1)                     O choque fluídico provocado pelo contato com o trabalhador encarnado tem o poder de auxiliar no despertar das faculdades intelectuais do espírito desencarnado, quando o mesmo encontra-se muito apegado às sensações materiais. Este auxilio teria efeito passageiro em função da complicada situação do espírito, mesmo assim, produziria recursos auxiliares que poderiam ser novamente mobilizados no decorrer do tratamento. Porém, a principal proposta desta operação medianímica estava focada na possibilidade de dialogar com aqueles espíritos que....
Fonte: Do Livro: Nas Brumas da Mente –

(2)                     Inicialmente, o comportamento do obsessor  é o de retornar sua morada, e o faz tão logo o liberemos do médium.  Procedimentos alternativos, a nosso ver, não condizem com a convivência, afinidade e reciprocidade que está estabelecida dentre hospede e hospedeiro.